Amadora-Sintra assume atraso na transferência de paciente para cuidados intensivos, mas garante segurança do procedimento

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O Hospital Fernando Fonseca, mais conhecido por Amadora-Sintra, assume que houve um paciente que ficou no bloco operatório à espera, antes de ir para o serviço de cuidados intensivos, mas garante que foi caso único. A situação deveu-se a “razões operacionais”, não tendo havido uma conversão total do bloco operatório em medicina intensiva.

A demora na transferência de um doente em pós-operatório para o Serviço de Medicina Intensiva deveu-se a razões operacionais e nunca foi colocada em causa a segurança de utentes ou profissionais”, aponta um esclarecimento enviado pelo presidente do conselho de administração, Marco Ferreira, na sequência de uma notícia do Expresso sobre este caso.

Segundo a notícia, a unidade de cuidados intensivos não tinha vagas, pelo que um paciente com covid-19, que tinha sido operado, teve de ficar à espera no bloco operatório, sob assistência de ventilação mecânica. No esclarecimento, o hospital não avança mais pormenores, nem contesta qualquer das informações.

Sendo apenas um caso específico, o hospital reitera que o bloco operatório “não foi convertido em unidade de cuidados intensivos, encontra-se a funcionar com normalidade”.

Marco Ferreira refere, no comunicado, que há áreas dedicadas aos doentes infetados pelo coronavírus descoberto no ano passado em todo o hospital, incluindo no serviço de medicina intensiva. “O número de camas disponíveis depende do nível do plano de contingência e é definido em articulação com os restantes hospitais da região de Lisboa e Vale do Tejo, com coordenação da ARSLVT”, continua.

“O HFF tem atualmente internados 37 doentes covid-19 em enfermaria e 8 em cuidados intensivos”, adianta ainda a administração do hospital.

Na área da Grande Lisboa, por conta da pandemia, já houve hospitais a revelar sobrecarga e saturação, como o Beatriz Ângelo, em Lisboa, e o Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central (onde se incluem o São José e o Curry Cabral).

A Direção-Geral da Saúde anunciou esta sexta-feira (não há dados de sábado, à hora da publicação da notícia) mais 888 novos casos de infeção e mais seis vítimas mortais por covid-19, enquanto os recuperados foram 422. Somando todos os casos e óbitos desde o início da pandemia no país, em março, Portugal regista 77.284 casos, 1.983 mortes e 49.359 recuperações. A DGS revelou que há atualmente quase 26 mil casos ativos.



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