Batalha dos sexos: processo de envelhecimento afeta pele de homens e mulheres de maneira distinta

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Cirurgião plástico Dr. Mário Farinazzo aponta as principais diferenças no processo de envelhecimento de homens e mulheres e indica os melhores procedimentos para tratar a pele de cada gênero.

Uma das grandes vantagens do casamento e o sonho de muitas pessoas é envelhecer ao lado de seu companheiro. Porém, ao contrário do que muitos imaginam, homens e mulheres não envelhecem da mesma maneira, apresentando os primeiros sinais da idade em diferentes fases da vida. Isso porque a pele do homem e da mulher possui características e necessidades distintas. “Além de ser mais espessa e possuir maior quantidade de glândulas sebáceas e colágeno, a pele masculina sofre os efeitos da perda de colágeno lenta e gradualmente, enquanto a mulher sente a perda da firmeza da pele de forma mais repentina após o início da menopausa, quando a diminuição do colágeno pode acelerar em cinco anos ou mais”, explica cirurgião plástico Dr. Mário Farinazzo, membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e Chefe do Setor de Rinologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

Como resultado, os sinais da idade aparecem primeiro nas mulheres, por volta dos 30 anos de idade. “O maior incômodo das mulheres geralmente é devido a formação de rugas na região dos olhos, popularmente conhecidas como pés de galinha, e ao surgimento de flacidez na pele da face e do pescoço, o que acaba interferindo no contorno facial”, destaca o especialista. “Já os homens apresentam os sinais do envelhecimento mais tarde, por volta dos 40 anos de idade, sendo que a principal reclamação do público masculino é com relação ao aparecimento de rugas dinâmicas na testa e a retração do queixo”, afirma o médico.

Por esse motivo, de acordo com o Dr. Mário, é preciso que os procedimentos estéticos sejam indicados corretamente, visando tratar as alterações específicas do processo de envelhecimento de cada gênero. “Por exemplo, para as mulheres podemos indicar a aplicação de toxina botulínica para tratar as rugas que surgem ao redor dos olhos. Através da paralisação e do relaxamento do músculo da região proporcionado pela substância, conseguimos suavizar e até mesmo prevenir essas linhas que surgem ao redor dos olhos”, aconselha o cirurgião.

Já para tratar a flacidez e os sinais da idade que surgem do rosto e pescoço das mulheres pode-se optar pelo uso de tecnologias, como lasers, radiofrequência e o ultrassom microfocado, que conseguem melhorar a qualidade do tecido e afastar rugas mais superficiais. “Os lasers de CO2 fracionados melhoram a camada mais superficial da pele, tratando aquelas rugas muito finas. O ultrassom microfocado melhora a camada mais profunda, dando sustentação. Já a radiofrequência aquece o tecido e promove a reorganização do colágeno”, diz o médico. Porém, em casos mais avançados de rugas e flacidez, pode ser necessária a realização de um procedimento mais invasivo, como o lifting cervicofacial. “Semelhante ao lifting facial convencional, o lifting cervicofacial visa o tratamento completo da região da face e pescoço através da remoção do excesso de pele e do reposicionamento das estruturas facial, resultando em uma pele mais jovem e firme e um contorno facial mais definido.”

Já nos homens, além da aplicação da toxina botulínica que pode ser realizada para prevenir e tratar as rugas dinâmicas na testa, pode-se corrigir a retração do queixo por meio da mentoplastia. “A mentoplastia é a cirurgia que visa corrigir a desproporção entre o terço inferior e o terço médio da face. Em casos mais leves de retrognatismo, ou seja, quando há retração do queixo, o tratamento pode ser feito através de próteses de queixo e mandíbula ou com preenchimentos de hidroxiapatita de cálcio ou ácido hialurônico, que são absorvíveis”, afirma o especialista. “Porém, quando o queixo está muito para trás, é necessária a realização da cirurgia de avanço da mandíbula ou somente do queixo.”

Porém, antes de optar por qualquer procedimento, o mais importante é que você consulte um cirurgião plástico. “Apenas ele poderá realizar uma avaliação de sua pele e levar em consideração as suas características e necessidades para assim indicar o tratamento mais adequado para o seu caso”, finaliza o Dr. Mário Farinazzo.

FONTE: DR. MÁRIO FARINAZZO – Cirurgião plástico, membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e Chefe do Setor de Rinologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Formado em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), o médico é especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Professor de Trauma da Face e Rinoplastia da UNIFESP e Cirurgião Instrutor do Dallas Rinoplasthy™ e Dallas Cosmetic Surgery and Medicine™ Annual Meetings. Opera nos Hospitais Sírio, Einstein, São Luiz, Oswaldo Cruz, entre outros. www.mariofarinazzo.com.br

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