Casal que vive em barraco feito de lona e placas de metal sonha em construir casa, em Trindade | Goiás

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    Lima & Santana Propaganda, sua agência de publicidade e propaganda em Santos

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    Um casal que mora em um barraco construído com madeiras, lataria e lonas sonha em construir uma casa, em Trindade, Região Metropolitana de Goiânia. O desejo da casa própria fez com que eles chegassem a compra um lote, mas da renda mensal de R$ 400 não sobra dinheiro nem para terminar o atual imóvel, tampouco começar a erguer o novo.

    “As paredes são de latas velhas, madeiras e pedaços de telhas. Tudo achamos na rua. Não temos condições. Trabalhamos com reciclagem e precisamos pagar o lote”, conta Maria de Lourdes, Silva Oliveira, de 59 anos

    Ela trabalha fazendo bicos como doméstica. O esposo dela, Edson Alves de Oliveira, de 45, recolhe e vende materiais recicláveis. Todo o dinheiro obtido é usado para pagar a prestação do lote. Apesar das dificuldades, eles dizem ter uma vida feliz, mas têm receio de que o barracão não resista a uma mudança repentina no tempo.

    “Eu sou muito feliz e tenho muita fé em Deus. Eu ainda vou conseguir construir pelo menos um quarto e uma sala de tijolos. A chuva está chegando e fico com medo do vento levar tudo”, teme a mulher.

    Casal que vive em barraco feito de lona e placas de metal sonha em construir casa — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

    Casal que vive em barraco feito de lona e placas de metal sonha em construir casa — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

    A rotina é sempre a mesma. Edson acorda cedo, pega o carinho e vai para a rua recolher os materiais para reciclagem. Maria faz crochê, cuida da casa e, quando dá sorte, consegue fazer uma faxina ou passar roupas.

    “Eu junto os materiais para reciclagem para vender no final do mês. Tem plásticos, garrafas pet. Mas não consigo nem R$ 200”, diz Edson.

    Para comer, eles contam com a ajuda de uma amiga, dona de um restaurante. O almoço e o jantar são feitos com restos fornecidos pelo local.

    “Todos os dias uma irmã da igreja que tem restaurante traz as sobras. Carne assada, arroz, verdura. Ela traz em vasilhas de plástico e eu misturo tudo” relata Maria.

    Apesar de trabalhar, o casal sofre com problemas de saúde. Edson quebrou a clavícula há 1 ano, sente dores diariamente e vive na base de remédios. “Tem dias que fico todo inchado, não consigo carregar o carrinho”, lamenta.

    Já Maria sente fortes dores nas pernas e coluna e está fazendo tratamento médico para descobrir do que se trata. Ela toma quatro remédios diferentes por dia, mas tem esperança de que irá melhora.

    “Para Deus nada é impossível. Tenho muita fé”, afirma.



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