Cirurgia clandestina deixa brasileira com “buracos” nas nádegas –

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Ângela Pedrosa, de 26 anos, terá que ser submetida à várias cirurgias de reconstrução das nádegas

A carioca Ângela Pedrosa, de 26 anos, sofreu septicemia depois de ter silicone injetado nos glúteos

Na busca pelo corpo “perfeito”, Ângela Pedrosa, de 26 anos, natural do Rio de Janeiro (RJ), quase perdeu a vida, após se submeter a um procedimento clandestino de aumento das nádegas. A brasileira, que frequenta há vários anos academias de ginástica, relatou que a clínica escolhida foi recomendada por uma amiga. Ela disse que ignorou os avisos dos familiares, que ficaram “furiosos”.

Em setembro deste ano, disse Pedrosa, ela recebeu 100 ml de um produto nas nádegas e retornou em outubro para receber mais 200 ml. No período de 1 hora, a brasileira, moradora no bairro de Campo Grande, começou a sentir dores fortes por todo o corpo, sendo levada ao Hospital Rocha Faria, onde passou os próximos 2 meses internadas e com “dores excruciantes”. Uma infecção consumiu a carne e pele dela, seguida de septicemia.

“Eu recordo-me sendo transferida para outro hospital porque a minha condição piorava e escutando os paramédicos dizendo à minha mãe para rezar porque seu estava em choque séptico e perto da morte”, relatou. “Naquele momento, eu pensei nos meus filhos pequenos e implorei a Deus para não me deixar morrer”.

Os cirurgiões extraíram cirurgicamente a infecção e injetaram diversos antibióticos, entretanto, os danos deixaram Ângela com as nádegas repletas de cicatrizes e buracos. Ela agora terá que ser submetida à cirurgia de reconstrução que envolve retirar gordura do abdômen dela para reconstruir o formato das nádegas.

“Eu estou horrorizada com a possibilidade dessa reconstrução não funcionar”, acrescentando que o primeiro passo já apresentou várias complicações.

Em maio, a Associação Americana de Cirurgiões Plásticos informou que o procedimento conhecido como “Brazilian Butt Lift” utilizando a própria gordura do paciente para aumentar e melhorar a aparência das nádegas é seguro, “somente se as injeções atingirem o tecido subcutâneo”.

Em 2018, a Associação Britânica de Cirurgiões Plásticos e Estéticos (BAAPS) pediu aos seus membros para suspenderem o “Brazilian Butt Lift” até que mais pesquisas sejam realizadas sobre os perigos do procedimento. O alerta foi emitido depois que várias mortes ocorreram no Reino Unido que se submeteram ao procedimento.

Pedrosa alega que foi injetada com silicone, o que provocou a infecção. A massoterapeuta responsável pelo procedimento foi presa e enfrenta acusações criminais.

. Outro caso:

Segundo a Agência Brasil, o último procedimento estético nos glúteos que terminou com grave complicação ocorreu no dia 4 de outubro de 2018. A microempresária Fernanda de Assis, de 29 anos, se submeteu a preenchimentos na boca e nos glúteos, realizado em casa, em Ricardo de Albuquerque, zona norte do Rio. A vítima foi internada e, nove dias depois, acabou morrendo em consequência de uma parada cardiorrespiratória. A esteticista Dani BumBum está presa pelo crime.

 



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