Fugindo do fogão, mas sem perder a qualidade das refeições

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Pode parecer comum para a maioria das pessoas fritar um ovo, fazer arroz, cozinhar feijão, mas não é todo mundo que encara o fogão para fazer suas refeições por mais simples que seja. Para cozinhar, segundo adianta uma nutricionista, é preciso ter predisposição e ser motivada a encarar as panelas priorizando a qualidade das refeições.

Com uma rotina agitada, a professora de inglês Sandra Regina de Oliveira conta que não tem tempo de cozinhar em casa e, por isso, conta com a ajuda de sua irmã. Diariamente ela almoça fora de casa. “Meu fogão tá novinho. Fica só de enfeite”, brinca a professora.

Ela diz que até se arrisca em fazer alguma coisa quando está sozinha, mas enfatiza que a falta de tempo faz com que se desloque diariamente de casa. Assim ela une o útil ao agradável. “Além de um alimento mais fresco, tenho a companhia diária da minha irmã. A gente procura selecionar os alimentos para que todo o dia tenha na mesa algo de qualidade, com ingredientes frescos.”

E é justamente na qualidade de cada refeição que as pessoas devem pensar quando forem comer fora de casa ou se alimentarem de um produto que não seja preparado em casa.

A nutricionista Rosângela Scovini diz que a qualidade dos alimentos deve estar relacionada à composição do prato. “Ao comer fora é importante escolher alimentos saudáveis, evitar frituras, carnes gordurosas e as preparações que levem queijo ou creme de leite. O importante é montar um cardápio semanal, fazer uma compra de acordo com esta relação, assim terá à disposição um alimentação saudável diariamente”, orienta.

COZINHE COM AMOR

Estar na cozinha é muito mais que uma questão de obrigação. Deve ser o resultado de amor, dedicação e empenho para que o ato se torne também uma terapia.

Rosângela Scovini comenta que antes de simplesmente ensinar a pessoa a cozinhar, é preciso motivá-la. O primeiro passo é facilitar as receitas. “Cozinhar deve se tornar um ato natural e saudável com receitas fáceis, utilização de poucas panelas, mas sem esquecer de priorizar ingredientes saudáveis e nutritivos. Isto vale para quem optar pelas tradicionais marmitinhas ou quando vai a um restaurante.”

Uma pesquisa recente do site RestaurantWeb mostrou que, no Brasil, a coragem para chegar perto do fogão não é tão grande assim. De acordo com o estudo, 61% dos brasileiros não gostam de cozinhar e, entre os que já se aventuraram neste campo, os resultados também não foram tão positivos – 46% já fizeram um arroz empapado, 17% queimaram o bife e 15% já fizeram batatas fritas murchas. “Quando se dá a oportunidade de a pessoa fazer uma comida simples, utilizando, por exemplo, uma única panela, a deixa mais motivada”. diz a nutricionista.

Para a professora de inglês, antes de estragar um alimento, ela opta pela comida fresquinha da irmã. “Eu prefiro não arriscar”, brinca.

 

Guilherme Barros

Link original: https://www.jj.com.br/jundiai/fugindo-do-fogao-mas-sem-perder-a-qualidade-das-refeicoes/



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