Gordura nas axilas: como acabar com aquela gordurinha chata

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Ainda que o estereótipo que associa beleza e magreza vigore na nossa sociedade, cada vez mais vemos a diversidade dos corpos. E o verbo aqui é “ver” mesmo, porque os nossos olhos precisam enxergar a pluralidade do mundo para que combatamos preconceitos.

Quando os corpos reais se deixam ver, percebemos que eles se parecem com os nossos, e não com aqueles photoshopados das capas de revista. Sobretudo para nós, mulheres, essa representatividade é fundamental porque a publicidade, há anos, vem passando por naturais corpos que receberam algum tipo de intervenção tecnológica.

Várias marcas estão contratando modelos “gente como a gente” e nas passarelas pessoas com diferentes biotipos têm ganhado espaço. No início deste mês, a marca de lingerie da cantora Rihana deu o que falar em um desfile para “mutimulheres”.

Apesar de essa libertação estar ocupando cada vez mais a vida e as redes sociais, às vezes temos uma gordurinha de que não gostamos muito esteticamente, e que pode até revelar um problema de saúde.

O que é aquela gordurinha nas axilas

Muita gente se sente desconfortável com aquela gordurinha nas axilas.

Essa dobra, localizada entre a axila e as mamas, pode ser difícil de ser eliminada, mesmo com a prática de atividades físicas.

Até mulheres magras costumam tê-la, ou seja, é um tipo de gordura democrática.

Quais são as suas causas

As causas da gordura localizada na axila podem ser várias, segundo especialistas, podem estar relacionadas a:

  • Maus hábitos alimentares
  • Obesidade
  • Sedentarismo
  • Genética
  • Tabagismo
  • Bebidas alcoólicas
  • Uso de roupas e sutiãs muito apertados

Mama axilar ou polimastia: uma “gordura” séria

Essa gordurinha nas axilas pode não ser na verdade uma gordura, e sim, algo mais sério. Por isso, é preciso saber diferenciar a gordura da polimastia.

Também conhecida como mama axilar ou mama acessória, trata-se do desenvolvimento da glândula mamária fora das mamas.

Quando o feto está no embrião, as glândulas mamárias se distribuem em uma área que vai da axila à região genital. Elas vão se atrofiando, mas em algumas pessoas isso não ocorre plenamente, ficando um resquício nessa linha inicial, gerando a mama acessória, que pode permanecer na região axilar, abdominal ou pélvica.

Quando localizada na axila, apresenta as seguintes características:

  • Presença de glândula nas axilas unilateral ou bilateral;
  • Dores e sensação de inchaço no local, principalmente no período pré-menstrual;
  • Saída de leite quando há amamentação pelas mamas habituais.

Embora em muitos casos a polimastia cause apenas um desconforto estético ou físico, ela pode se desenvolver para um câncer.

De acordo com a cirurgiã plástica no Hospital de São José, em Lisboa, Ana Silva Guerra, esse tumor “corresponde a 0,3% de todos os tumores da mama (região axilar predominantemente)”, como informa o Cofina Media.

A especialista explica que é preciso que a mama acessória se desenvolva completamente para que seja removida, pois ela pode voltar a crescer.

Entretanto, o oncologista Rodrigo Nery alerta que remover a mama acessória, caso ela não apresente nenhum risco à saúde, não é garantia para evitar um câncer. Se os exames das mulheres estiverem normais, a não ser que haja um incômodo estético, o especialista afirma que não é preciso ter receio sobre esse risco.

Cirurgias e tratamentos estéticos 

A gordurinha nas axilas se deposita, inclusive, em mulheres magras, que se exercitam e fazem procedimentos estéticos, como a atriz Luana Piovani, que decidiu fazer uma lipoaspiração na região.  O cirurgião Wendell Uguetto, que a operou, contou ao Mulheres da Pan que:

“Pode haver gordurinha localizada em dois lugares especificamente: um deles é bem na região da axila, glandular. O outro é acima da axila, na junção do peitoral com o braço, há mais acúmulo de gordura. Praticamente 90% das pacientes que vêm fazer lipo pedem pra mexer nessa região também porque incomoda com biquíni, blusinha aberta… fica a gordurinha saltando”.

Para quem acha muito arriscado fazer uma cirurgia, existem outros tratamentos para reduzir essa gordurinha incômoda.

Intradermoterapia

A intradermoterapia é um processo pouco invasivo que trata a gordura localizada e ainda promete combater estria e flacidez. O tratamento consiste na aplicação de enzimas que auxiliam na absorção da gordura. Os resultados começam a aparecer depois da quinta sessão. Cada uma custa, em média, de R$ 100 a R$ 250.

A dica é procurar recomendações e conselhos de pessoas que fizeram este tratamento, antes de escolher esse método.

Minispeed

A Minispeed é um aparelho que faz uma ressonância para mapear a área com gordura para rompê-la em um processo chamado lipólise, que é o esvaziamento das células de gordura com a liberação de ácidos graxos e glicerol, o que facilita a transformação dessa gordura em fonte de energia.

Cada sessão dura cerca de 20 minutos e, dizem, que os resultados já aprecem na primeira sessão, mas podem ser necessárias mais, a depender de cada caso.

A má notícia é que cada sessão do procedimento custa, em média, R$ 650, portanto, ainda mais nesse caso, vale a pena investigar sobre a eficácia nos resultados.

Acontece que a gordura quebrada no processo de lipólise, se não queimada em forma de energia, pode voltar. Como explica a biomédica Caroline Araújo, a gordura não desaparece como mágica (na urina ou nas fezes) como muitos anunciam.

Carboxiterapia

É um procedimento que usa pequenas agulhas para injetar gás carbônico nas áreas com gordura, promovendo a melhora da circulação sanguínea. Isso faz com que as células de gordura sejam quebradas e mais facilmente eliminadas.

Aqui também não existem milagres.

Hidrolipo

Trata-se de um tipo de lipoaspiração mais branda, realizada com anestesia local. O cirurgião plástico e membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Newton Roldão, explica que a hidrolipo é uma lipoaspiração com infiltração de líquidos.

“Para a realização da hidrolipo, marca-se uma área no corpo do paciente de aproximadamente 20 x 20 cm. Infiltra-se com soro e anestésicos e realiza-se a aspiração com seringa ou com lipoaspirador a vácuo”.

A hidrolipo é indicada apenas para pacientes que têm pouca gordura localizada. A sessão dura cerca de uma hora e custa de R$1.500 a R$5.000. Os resultados aparecem logo, mas é preciso fazer drenagem linfática, porque a região fica inchada devido à infiltração de líquidos.

É um procedimento mais invasivo portanto fale com o médico e tire todas as suas dúvidas antes de optar por esse método.

Ginástica e massagem

Além de fazer bem para a saúde, esse é o método mais natural para perder gordura.

Vamos combinar que tratamentos estéticos seriam maravilhosos se não fossem caros e muitas vezes ineficientes. Existe um grande mercado por trás deles e é preciso ficar de olho para não comprar gato por lebre. Desconfie de quem vender o tratamento como milagroso. A gordura nas axilas, assim como toda gordura, é difícil de eliminar. Talvez seja necessário fazer ginástica, massagem e, eventualmente, algum tratamento estético (escolhido a dedo).

A fisioterapeuta Luana Coelho compartilhou uma técnica de automassagem que ajuda a modelar a região axilar e eliminar essa gordurinha persistente.

Não custa nada tentar!

 

Já a personal trainer Carol Borba ensina um treino de peitoral para acabar de vez com a gordura na axila chamado “sovaco suicida”.

Segundo a profissional, se seguido com disciplina, os resultados começam a aparecer em cerca de um mês.

Qualquer tratamento estético deve ser escolhido com base na sua eficiência e na qualidade do profissional que irá realizá-lo. De nada adianta apelar para um procedimento estético se o seu estilo de vida não comporta atividades físicas e uma alimentação equilibrada. Apostar nesse combo certamente é a melhor alternativa para perder gordurinhas indesejadas e, principalmente, ter uma vida saudável.

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