Idosa diz ter ‘medo de morrer’ por conta de pedras que estão há mais de um ano nos rins | Mais Saúde

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    A idosa Sandra Cristina Schievaro, de 65 anos, sofre diariamente com fortes crises de dores renais e aguarda há mais de um ano por uma cirurgia de retirada de cálculo nos rins. Apesar de o pedido ter sido realizado com urgência, a moradora de Praia Grande, no litoral de São Paulo, nunca foi chamada para realizar o procedimento, conforme informou a filha. Por mês, ela chega a tomar mais de sete caixas de remédios para tentar amenizar as dores.

    Em entrevista ao G1, a filha da idosa, Juliana Gomes Contiere Gonçalves, 45 anos, afirmou que a família descobriu o problema renal em 2018, após apresentar um quadro de dor lombar e na região do abdômen. “Até então, tratavam como nervo ciático. Uma vez, ela conseguiu passar no urologista e ele pediu os exames, que identificou o problema de cálculo renal”, conta.

    Nessa época, conforme informa a filha, ela começou um tratamento com remédio em Praia Grande, mas o caso foi agravando. Meses depois, ela foi encaminhada para uma consulta no Ambulatório Médico Especialista (AME) de Santos, na qual o médico identificou que o caso era cirúrgico e a encaminhou com urgência para o procedimento. “De lá para cá, nada mais aconteceu”, afirma.

    Em um exame, realizado em agosto de 2019, um dos cálculos já tinha 3 centímetros. “Eu acho até que ela precisa fazer novos exames para saber o estado que está a situação dela. Devido a tantos remédios fortes, acabou acarretando outras coisas. Ela não consegue se alimentar direito, porque sente fortes dores no esôfago, muito mal estar, vive a base de dramin e tramal”, explica.

    Segundo a filha, por mês, ela chega a consumir sete caixas de medicamento para dor, já que as sente constantemente. “Tem hora que as crises dela são tão fortes, que os remédios não fazem efeito. Aí a gente tem que correr com ela para o Pronto Socorro para que ela tome remédio na veia. Eu tenho medo da minha mãe morrer, porque ela só piora. É difícil ver minha mãe assim”, desabafa.

    Em nota, a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, responsável pelo AME, afirmou que a paciente é acompanhada pela unidade e que entrará em contato com a paciente até a próxima semana para reavaliar o caso e definir a conduta terapêutica apropriada.

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