Imagens mostram prisão de suspeitas de aplicar silicone industrial em mulheres na Grande BH | Minas Gerais

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    Lima & Santana Propaganda, sua agência de publicidade e propaganda em Santos

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    Imagens obtidas com exclusividade pela TV Globo mostram momento que policiais chegam ao salão de beleza, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde uma esteticista aplicava silicone industrial nos glúteos de mulheres e fechava o buraco com supercola. Ela foi presa quando fazia um procedimento.

    A dona do salão, suspeita de aliciar clientes para o procedimento, também foi detida.

    O sucesso nas redes sociais com fotos de glúteos perfeitos era o que chamava a atenção das clientes. Em um áudio uma mulher, que faz parte de um grupo de dezenas de clientes – chamado filhas do bumbum – diz que a prisão da esteticista foi um susto.

    “Gente do céu, mas como que isso acontece logo agora que ela foi presa? Porque antes quando o grupo estava normal, estava todo mundo falando bem”, diz a cliente.

    Depois de uma denúncia, na semana passada, os policiais foram até o salão de beleza e efetuaram as duas prisões.

    A Polícia Civil disse que outras mulheres apareceram para prestar depoimentos com lesões na pele causadas pelo uso de uma substancia que não deveria ser administrada por quem não é da área médica. O hidrogel, que inclusive, é proibido no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2014 para uso estético. Em outro áudio, que a TV Globo teve acesso, o homem que fornece o produto à esteticista admite que a mercadoria é ilícita.

    Quando os sintomas começaram a aparecer, várias clientes pediram ajuda para a esteticista. Segundo a investigação, ela recomendava o uso de antibióticos.

    A polícia afirma que Amanda aplicou silicone industrial em pelo menos 100 mulheres só no salão chamado “Mãos de Fada” em Contagem. Mas o esquema pode ser bem maior já que a esteticista contava com agenciadores para captar clientes em outros estados.

    Outra mulher que não quer se identificar disse que pagou caro pela vaidade. Foi internada 11 vezes num pronto socorro de Belo Horizonte por causa das complicações.

    “Eu não consigo ficar em pé muitas horas, eu não consigo ficar sentada muitas horas, é uma dor na região lombar. Espalhou nas regiões dos quadris, descendo para as pernas e na minha parte íntima”.

    O desafio, agora, para muitas mulheres é conseguir o tratamento para a retirada do produto. Os valores podem chegar a R$ 40 e muitas querem ir até a Bolívia onde há um especialista.

    Esteticista aplicando silicone industrial nas nádegas de cliente — Foto: Polícia Civil/Divulgação

    Esteticista aplicando silicone industrial nas nádegas de cliente — Foto: Polícia Civil/Divulgação



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