Justiça manda soltar jovem acusado de assassinato de servidor público em SP | Santos e Região

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    A Justiça revogou a prisão preventiva de Gabriel Marraccini Henrique Lopes, de 18 anos, acusado de participar do assassinato do servidor público Sérgio Armando Gomes Ferreira, de 56 anos. Ele continuará respondendo processo em liberdade. A companheira do servidor responde em liberdade desde janeiro deste ano. Já o filho dela continua preso por ter matado Sérgio.

    O juiz Alexandre Betini, titular da Vara do Júri de Santos, no litoral de São Paulo, acolheu o pedido do advogado do jovem, Armando de Mattos Júnior, que alegou que seu cliente não teve participação no crime.

    “Aleguei a verdade, que testemunhas não tocaram no nome dele [Gabriel] e não existem provas da participação do meu cliente no crime. O juiz acatou o pedido e entendeu que não era mais necessária a prisão do rapaz. Esta foi uma primeira vitória, a Justiça começa a ser feita”, garante.

    A audiência foi realizada no dia 28 de agosto e a decisão do magistrado saiu nesta quinta-feira (10). A prisão preventiva já foi revogada e Gabriel deixou a cadeia. Agora, o réu segue respondendo o processo em liberdade, até que seja absolvido ou vá a júri popular.

    No documento obtido pelo G1, o juiz esclarece que a decisão não é de mérito porque apenas os jurados podem julgar crimes dolosos contra a vida. “Não se justifica sua manutenção no cárcere até que essa suposta ou possível participação seja esclarecida. Sendo assim, não se encontram mais presentes os requisitos da prisão preventiva para Gabriel”, diz o juiz.

    A data da próxima audiência ainda não foi marcada. Mais oito testemunhas devem ser ouvidas antes dos réus serem interrogados. Guilherme é o único réu que continua preso, após o juiz negar a revogação da prisão preventiva. A mãe do acusado confesso e companheira da vítima responde em liberdade desde janeiro deste ano.

    O fiscal foi encontrado morto dentro da casa em que vivia, na Rua Delfim Morreira, no bairro Embaré, com marcas de facadas pelo corpo. Na época do crime, a companheira de Sérgio, Luciana Mauá de Almeida Marnoto, de 49 anos, disse à polícia que havia ido a casa na companhia do filho, Guilherme Marnoto de Alvarenga, de 18, e encontrou a vítima morta na sala.

    A perícia constatou que o local não tinha sinais de arrombamento, o que levantou a suspeita das autoridades, então ela, o filho e um amigo, o Gabriel, passaram a ser suspeitos. Guilherme acabou confessando que teria matado Sérgio, mas isentou o colega e a mãe da participação no crime.



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