Maranhão registra maior área com seca desde janeiro de 2018, aponta monitor | Maranhão

    0
    17

    Lima & Santana Propaganda, sua agência de publicidade e propaganda em Santos

    .

    Com chuvas ligeiramente abaixo da média em agosto e no último trimestre, o Maranhão registrou uma expansão das áreas de seca fraca para o sul e o norte do estado, onde os impactos são de curto prazo. Entre julho e agosto, a área com seca fraca cresceu significativamente, passando de 53,65% do território maranhense para 87,57% – maior percentual desde janeiro de 2018, quando todo o estado registrou seca.

    O dados são do Monitor das Secas, que também mostram que em oito unidades da Federação, o grau de severidade da seca se manteve: Alagoas, Ceará, Distrito Federal (sem seca), Espírito Santo, Maranhão, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. Já outros oito estados registraram agravamento da seca entre julho e agosto: Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins.

    Em termos climatológicos, agosto é um mês seco nas unidades da Federação que compõem o Mapa do Monitor, exceto no litoral leste do Nordeste e em grande parte do Sul. Em muitos desses locais, os valores climatológicos de precipitação são inferiores a 20mm: Piauí, Ceará, Tocantins, Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, norte de Mato Grosso do Sul, centro-sul do Maranhão e oeste do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Bahia.

    Por outro lado, agosto é o último mês do período chuvoso no litoral leste do Nordeste, na faixa que se estende desde o Rio Grande do Norte até a Bahia, com valores de precipitação mensal acima de 150mm. No Sul a precipitação esperada varia, em média, de 50 a 150mm.

    No Maranhão o Laboratório de Meteorologia do Núcleo Geoambiental da Universidade Estadual do Maranhão (LABMET-UEMA) é o órgão que atua no Monitor de Secas.



    Fonte



    Outros sites desenvolvidos pela Lima & Santana Propaganda


    Lima & Santana Propaganda