Maranhão tem 68.655 pessoas curadas do novo coronavírus | Maranhão

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    Nas últimas 24h, receberam alta 1.114 pacientes. Das pessoas que estão em tratamento, 17.405 estão em tratamento, 467 estão em enfermarias e 345 estão em leitos de UTI.

    Ao todo, foram 2.493 profissionais de saúde infectados, 2.321curados e 45 mortos pela doença, como detalha o boletim epidemiológico da SES.

    Foram realizados 181.949 testes para o diagnóstico da Covid-19, no Maranhão, sendo que com base nestes exames, a Secretaria de Saúde descartou 91.963 suspeitos e 6.944 suspeitos seguem em observação.

    Após quase dois meses internada, paciente de 61 anos vence o coronavírus no Maranhão — Foto: Divulgação

    Após ficar internada durante um mês e 22 dias, a paciente Celma Rodrigues, de 61 anos, ganhou uma nova vida depois de receber alta do Hospital Dr. Genésio Rêgo. Quando Celma Rodrigues deu entrada no hospital, a sua saturação alternava entre 60 e 70%, sendo que o pulmão estava com 92% de comprometimento. Ao todo, foram 31 dias internada em um leito de UTI e outros 21 dias na enfermaria até vencer a Covid-19.

    Francisco Pereira Leite tem 102 anos e venceu a Covid-19 no Maranhão — Foto: Arquivo Pessoal

    Aos 102 anos, o idoso Francisco Pereira Leite que mora no município de Tuntum, é um dos maranhenses que venceram o novo coronavírus. Ele que nunca havia ido ao médico, descobriu que estava infectado ao ir par São Luís tratar de problemas nos pulmões.

    Jociele Serra Pinheiro, de 38 anos, foi a primeira paciente a ser internada na UTI de Covid-19 do Hospital Universitário em São Luís (MA). — Foto: Divulgação/Redes sociais

    Outro caso que ganhou repercussão foi no Hospital Universitário Presidente Dutra (HU-UFMA) em São Luís. Jociele Serra Pinheiro, de 38 anos, recebeu alta na unidade após contrair a Covid-19.

    Grávida de 26 semanas, Jociele recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após passar 41 dias internada, sendo a primeira paciente a ser internada na UTI para Covid-19 do HU-UFMA em 1º de abril.

    Ficar em casa é importante porque, segundo as autoridades de saúde, é a única maneira mais eficaz no momento para frear o aumento repentino no número de casos, o que poderia causar um colapso no sistema de saúde pela falta de leitos e de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

    Um colapso causaria a diminuição drástica da capacidade do sistema de saúde em cuidar dos pacientes, o que aumenta a chance de óbitos por Covid-19 e também por outras doenças.

    Para evitar a proliferação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene, como lavar as mãos com água e sabão, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo. Evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas.



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