Pacientes passaram a buscar resultados mais naturais em procedimentos estéticos pós-quarentena

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Se você pensava que o Novo Coronavírus causaria uma desaceleração nos procedimentos cosméticos, você está errado. Pacientes estão ainda mais exigentes com a aparência, mas buscam resultados cada vez mais naturais e procedimentos menos doloridos

Quando a pandemia do Novo Coronavírus começou, muitas projeções indicavam uma desaceleração do mercado de tratamentos estéticos. Afinal, passaríamos um longo período em quarentena, o que era propício a se acostumar com a beleza natural, sem maquiagem, da pele. Mas a busca cada vez mais acelerada de procedimentos agora, com a reabertura, destaca que a pandemia também influenciou o mercado de beleza de outra forma: com as reuniões de videoconferência, nunca estivemos tão atentos a nossas expressões – e as rugas que surgem delas – além de outros detalhes estéticos como manchas e flacidez. “O fato de estar em casa olhando no espelho ou fazendo uma videoconferência o dia inteiro, aliado à ansiedade e ao estresse característico desse período, pode ser um impulso para o autocuidado, o que é positivo. Mas percebemos muito o que ficou conhecido como Efeito Zoom, devido ao aplicativo de videoconferência. Em uma reunião, estamos falando, debatendo ou sorrindo, coisas que não costumamos fazer no espelho. Então, é normal que algumas linhas de expressão fiquem mais sobressalentes. Mas como as pessoas estão tendo muito contato com a própria imagem em movimento e expressões diferentes, é legítimo que elas queiram tratar”, diz o cirurgião plástico Dr. Mário Farinazzo, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e Chefe do Setor de Rinologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

A procura, no entanto, mostra uma característica cada vez mais forte: a busca por resultados naturais. “As técnicas evoluíram para conferir maior naturalidade aos pacientes, sempre respeitando seus traços. A ideia de uma aparência artificial após um procedimento já não é mais a tendência”, afirma o Dr. Mário, um dos pioneiros no Brasil e referência nacional da técnica de rinoplastia preservadora – procedimento menos invasivo para a cirurgia do nariz. Longe de aparentar um “rosto cirúrgico”, o melhor resultado para esse paciente é quando os amigos percebem que ele está na sua melhor versão, mas não associam isso necessariamente a uma cirurgia.

Além dos resultados mais naturais, outra tendência vista nos consultórios, segundo o dermatologista Dr. Abdo Salomão Jr, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, é a busca por: tecnologias ultrapotentes, procedimentos com sessões mais rápidas ao mesmo tempo em que oferecem menor nível de dor e inchaço, e tratamentos preventivos.

Segundo o cirurgião plástico, os tratamentos mais realizados no período são a rinoplastia preservadora, toxina botulínica e preenchedores injetáveis. Na questão dos procedimentos invasivos, o grande destaque é a rinoplastia preservadora, nova técnica cirúrgica que traz excelentes resultados de forma menos invasiva, com menos inchaço e hematomas, além de tempo de recuperação reduzido. “A rinoplastia preservadora tem como objetivo corrigir problemas estéticos e funcionais do nariz de maneira menos agressiva que a rinoplastia estruturada, técnica tradicional que, apesar de trazer bons resultados a longo prazo, exige longo período de recuperação e causa dificuldades caso seja necessária uma segunda intervenção”, explica o Dr. Mário Farinazzo, que trouxe a técnica de maneira pioneira ao Brasil. “Na rinoplastia preservadora há também menos chances de ocorrerem complicações e, caso seja necessária uma nova intervenção no nariz, a cirurgia é mais simples. Por esses motivos, a técnica é principalmente indicada para pacientes que vão realizar a rinoplastia pela primeira vez”, destaca.

A dieta também influenciou nessa nossa percepção de como a nossa pele avançou em idade. De acordo com a médica nutróloga Dra. Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia, a pele precisa de um bom aporte de proteínas para manter o tônus e renovar suas estruturas. “As fontes alimentares de proteínas como carnes, ovos, laticínios e leguminosas são importantes para fornecer aminoácidos necessários. Porém, a principal proteína que dá estrutura à derme é o colágeno e, muitas vezes, a alimentação não fornece quantidade suficiente dos aminoácidos para a síntese de fibras colágenas e uma suplementação pode ser indicada”, afirma a nutróloga. Nesse período, em que a dieta mudou, já que as pessoas passaram a consumir mais alimentos ultraprocessados, a pele sofreu um duro golpe (e a busca por uma dieta mais saudável e equilibrada se faz necessário).

Segundo o dermatologista Dr. Abdo Salomão, por conta de todas essas mudanças nos hábitos de vida que refletiram na pele, o paciente está de olho em novas tecnologias que possibilitem o tratamento Pró-aging de rugas e flacidez, com resultados menos artificiais, mas que ao mesmo tempo valorizem o bem-estar e autocuidado. A principal – e mais diferente – tecnologia dos últimos anos para esse fim é o plasma de baixa temperatura Surgical Derm. Indicado para rugas profundas, principalmente ao redor da boca e no pescoço, além de fazer o tratamento das sobrancelhas (blefaroplasma), Surgical Derm é um plasma endodérmico que penetra na pele através de pequenos orifícios chegando até a derme e promovendo contração. “Uma sessão do plasma traz mais resultado que 4 sessões de laser CO2, que é um procedimento extremamente dolorido. Ele é um plasma que faz a sublimação (passagem direta de uma substância do estado sólido para o estado gasoso) da pele, que não carboniza: isso é o grande diferencial. Existem outros plasmas, usados por esteticistas, que carbonizam, furam e queimam a pele. O Surgical Derm é um plasma frio que entra na pele com um orifício muito fino e se espalha na derme”, afirma o médico. Com isso, há uma grande contração da pele, que reduz de forma eficaz a flacidez e rugas com resultado percebido já na primeira sessão.

Já a farmacêutica Mika Yamaguchi, diretora científica da Biotec Dermocosméticos, argumenta que as tecnologias podem ser associadas com suplementos por via oral para estimular o colágeno da pele, como o silício Exsynutriment. “Combinando silanol com peptídeos do colágeno, Exsynutriment auxilia a síntese de colágeno de boa qualidade, estimula fibroblastos, incrementa a produção de proteínas estruturais (elastina, ácido hialurônico, proteoglicanas) de forma organizada, melhorando a qualidade da matriz extracelular (MEC); e tem a vantagem de possuir excelente absorção e biodisponibilidade”, explica a farmacêutica. Outro ingrediente importante para esse estímulo é o In.Cell, um ingrediente funcional preparado a partir da gema do ovo esterilizada rica em DHA. “Ele contém aminoácidos essenciais, lipídeos e ácidos graxos mono e poli-insaturados (ômegas 3, 6, 7 e 9) nas proporções adequadas para o consumo humano, promovendo hidratação e nutrição celular para a pele, além de aumentar a formação de colágeno”, conta a farmacêutica.

Outra tendência que os pacientes buscam cada vez mais é a efetividade do tratamento. E para ser ainda mais efetivo no estímulo do colágeno, um exame genético pode ajudar – e muito. De acordo com o geneticista Dr. Marcelo Sady, diretor geral do Laboratório Multigene, todos nós somos resultados da interação dos nossos genes com fatores ambientais. “O nosso estilo de vida, nossa alimentação, nível de atividade física e nível de estresse modulam a nossa suscetibilidade genética”, afirma o geneticista. E existe uma influência genética muito forte que pode ajudar a delimitar a escolha certa de um creme ou de um tratamento. Segundo o Dr. Marcelo Sady, o dermatologista pode solicitar o exame Dermatogenética. “Por exemplo, o genótipo do gene MMP1 está relacionado a uma degradação do colágeno oito vezes maior que o normal após a exposição solar. Existe também o genótipo do gene COL1A1, ligado à menor produção de colágeno. É possível ver, além disso, a carência de genótipos de genes como SOD2 e CAT, o que compromete a capacidade antioxidante da pele em responder bem contra a ação dos radicais livres”, afirma o especialista. Segundo a farmacêutica Mika, quando há uma maior degradação de colágeno, é indicado o reforço de antioxidantes tópicos como OTZ 10 (protetor do DNA) e anti-idades como Progeline. “No caso da menor produção de colágeno, o ideal é combinar o uso oral de Exsynutriment e In.Cell para atuação de sustentação da pele e um creme com Hyaxel e Hydroxyprolisilane CN, para hidratação biológica da pele. Quanto à carência de antioxidantes, é necessário reforçar com fórmulas tópicas que tragam ingredientes como Alistin, Superox C, Overnight Repair, Vitamina C e E, combinando com suplementos de Glycoxil e Bio-Arct. Tudo isso dará um resultado final melhor ao tratamento”, finaliza a especialista.

FONTES:

*DR. ABDO SALOMÃO JR: Doutor em Dermatologia pela USP (Universidade de São Paulo). É sócio Efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Membro da American Academy of Dermatology (AAD), Sociedade Brasileira de laser em Medicina e Cirurgia e do Colégio Ibero Latino Americano de Dermatologia. Professor universitário, Dr. Abdo Salomão Jr. ministra aulas nos principais congressos nacionais da especialidade. Além disso, já deu aulas na Austrália, Itália e Coréia do Sul. É uma referência em conhecimento de lasers e tecnologias para fins dermatológicos e estéticos. Diretor da Clínica Dermatológica Abdo Salomão Junior.

*DR. MÁRIO FARINAZZO: Cirurgião plástico, membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e Chefe do Setor de Rinologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Formado em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), o médico é especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Professor de Trauma da Face e Rinoplastia da UNIFESP e Cirurgião Instrutor do Dallas Rinoplasthy™ e Dallas Cosmetic Surgery and Medicine™ Annual Meetings. Opera nos Hospitais Sírio, Einstein, São Luiz, Oswaldo Cruz, entre outros. www.mariofarinazzo.com.br

*DRA. MARCELLA GARCEZ: Médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da ABRAN. A médica é Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

*DR. MARCELO SADY: Pós-doutor em genética com foco em genética toxicológica e humana pela UNESP- Botucatu, o Dr. Marcelo Sady possui mais de 20 anos de experiência na área. Speaker, diretor Geral e Consultor Científico da Multigene, empresa especializada em análise genética e exames de genotipagem, o especialista é professor, orientador e palestrante. Autor de diversos artigos e trabalhos científicos publicados em periódicos especializados, o Dr. Marcelo Sady fez parte do Grupo de Pesquisa Toxigenômica e Nutrigenômica da FMB – Botucatu, além de coordenar e ministrar 19 cursos da Multigene nas áreas de genética toxicológica, genômica, biologia molecular, farmacogenômica e nutrigenômica.

*MIKA YAMAGUCHI: Farmacêutica pela faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP – Universidade de São Paulo, é também cosmetóloga e diretora científica da Biotec Dermocosméticos,empresa fornecedora matérias primas para cosméticos. Especialista em prescrições dermo e nutricosméticas.

 paula.amoroso@holdingcomunicacoes.com.br



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