Revisão das próteses de silicone: não deixe de fazer

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A revisão das próteses de silicone para avaliação da necessidade de troca deve ser realizada periodicamente nas mulheres que realizaram mamoplastia de aumento.

Apesar de não existir uma validade específica para as próteses de silicone, elas não duram para sempre. Sua integridade depende do material usado e também da reação do organismo. As mais modernas são confeccionadas com gel coesivo e têm uma grande durabilidade. Já as anteriores, em geral produzidas antes de 2005, devem ser trocadas no prazo de oito a doze anos.

O mais indicado são revisões a cada 5 anos, caso a paciente não identifique nenhum problema, ou, em menos tempo, caso observe alguma alteração estética ou sinta algum desconforto.

Os exames realizados rotineiramente pelas mulheres, como ultrassom, mamografia ou ressonância magnética, podem mostrar o estado das próteses de silicone e a necessidade ou não de uma troca.

Quando trocar?

Um dos motivos mais frequentes que geram a necessidade de troca das próteses de silicone é o encapsulamento ou contratura capsular. Isso ocorre quando o próprio organismo cria uma capsula de membrana fibrosa para isolar o silicone. Essa membrana pode levar a deformidades visuais em contraturas com graus mais avançados. Estima-se que 5% das próteses vão desenvolver algum grau de contratura em um período de 10 anos. E apenas as próteses com contraturas mais avançadas têm a necessidade de serem substituídas.

Outros sinais de que há necessidade de troca é o enrijecimento, dor ou desconforto nas mamas, vazamento ou ruptura das próteses, alteração estética gerada pelo deslocamento do posicionamento original das próteses de silicone, ou alguma alteração no corpo da mulher, como perda ou ganho de peso ou gravidez, que faça com que o tamanho e formato da prótese não seja mais o adequado. Em todos esses casos, o especialista deverá avaliar se há a necessidade ou não da troca das próteses.

E se a prótese não for trocada?

O prejuízo pode ser apenas estético, como nos casos de deslocamento ou inadequação da prótese às mudanças do corpo. Mas também pode haver prejuízo à saúde da paciente. Quando a prótese não é trocada dentro do período estabelecido pelo cirurgião podem ocorrer pequenas rupturas e pequenos escapes do silicone. Isso pode gerar inflamações nos tecidos vizinhos à prótese.

Em geral, a cirurgia de troca de próteses de silicone pode ser realizada a partir da mesma cicatriz do primeiro procedimento. A anestesia pode ser a local com sedação ou a geral de acordo com a decisão do médico especialista. A recuperação é semelhante à da cirurgia de inclusão da prótese e, na maioria dos casos, a alta ocorre no mesmo dia, permitindo que paciente volte para casa com as recomendações expressas comuns, como repouso por uma semana, não levantar peso por um mês e uso de soutien cirúrgico. O retorno à atividades físicas leves ocorre após 30 dias.



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