Simuladores 3D ajudam a planejar cirurgias plásticas: você sabe como funciona?

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O Brasil é o segundo país do mundo em número de cirurgias plásticas, com mais de 1,46 milhão de procedimentos estéticos realizados, ficando atrás apenas para os Estados Unidos, que somam mais de 1,56 milhão.

Cada vez mais cirurgiões plásticos estão utilizando simuladores 3D em seus consultórios. Os aparelhos servem para simular prováveis resultados dos seios, rinoplastia, redefinição dos contornos corporais, cirurgias de aumento de volume ou diminuição de diferentes regiões da face, como queixo, bochechas e lipo de papada.

No caso das mamas, a ferramenta pode comparar diversos cenários de implantes, com diferentes opções de tamanhos e formatos.

“O simulador nos permite analisar em conjunto várias hipóteses de procedimentos cirúrgicos, escolhendo a que melhor se adapta às necessidades e expectativas da pessoa que será operada”, explica o cirurgião plástico Fernando Nakamura, fundador e diretor do Instituto de Cirurgia Plástica Perface, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da The Rhinoplasty Society.

Leia também: Cirurgia plástica em adolescentes: o que devemos considerar

Simulador serve para educar pacientes, não para prometer resultados

Para uma cirurgia plástica bem-sucedida é muito importante que a pessoa esteja ciente de que cada resultado pós-cirúrgico é individual, respeitando o seu conjunto corporal.

Aliás, essa tecnologia serve para que os pacientes entendam quais as limitações de cada procedimento estético, como enfatiza o cirurgião plástico Thiago Cavalcanti, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

“O simulador não serve para prometer resultados e expectativas irreais, mas sim para educar os pacientes sobre as limitações de cada cirurgia”, diz o especialista.

A utilização do aparelho 3D costuma estar incluído no preço da consulta e/ou procedimento estético.

Alto custo de investimento

Um aparelho 3D mais sofisticado custa em torno de 200 mil reais no mercado. Mas também há a opção de adquirir equipamentos mais simples ou ainda alugar, ao custo médio de 20 mil reais por mês.

Os softwares mais simples não necessitam de treinamento. Somente os mais equipamentos mais caros requerem uma curva de aprendizado do médico responsável, além de um ou dois auxiliares para a sua utilização no dia a dia.

Veja mais: Cirurgia Plástica Estética: como identificar um paciente não elegível?

Coberturas para cirurgia plástica/reparadora

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) cobre as seguintes cirurgias plásticas e/ou reparadoras:

  • Rinoplastia, quando o objetivo é corrigir desvios de septo ou queixas funcionais;
  • Mamoplastia reconstrutora;
  • Hipertrofia mamária;
  • Abdominoplastia pós-cirurgia bariátrica para remover excesso de pele;
  • Procedimento corretivo no caso de queloides, cicatrizes hipertróficas e queimaduras;
  • Blefaroplastia, nos casos em que a pálpebra está tão caída que interfere seriamente na visão, causando riscos para a pessoa;
  • Órteses, próteses e seus apêndices associados à prática cirúrgica.

O Sistema Único de Saúde (SUS) cobre as seguintes cirurgias reparadoras:

  • Rinosseptoplastia, quando o objetivo é corrigir desvios de septo ou queixas funcionais;
  • Mamoplastia reconstrutora;
  • Mamoplastia redutora;
  • Hipertrofia mamária;
  • Abdominoplastia pós-cirurgia bariátrica para remover excesso de pele;
  • Procedimento corretivo no caso de queimaduras que levaram a deformações;
  • Correção de lábio leporino e fenda palatina;
  • Deformação facial;
  • Ginecomastia;
  • Otoplastia.

*Esse artigo foi revisado pela equipe médica da PEBMED

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