Troca de sinergias entre IPO Porto e CMIN já permitiu operar 4 crianças

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O Instituto Português de Oncologia do Porto (IPOP) e o Centro Hospitalar Universitário do Porto (CHUP) deram ‘as mãos’ a pensar nas crianças que necessitam de ser submetidas a cirurgia torácica e celebraram uma nova parceria. Ao abrigo deste protocolo, que foi alargado ao Departamento de Infância e Adolescência do Centro Materno Infantil do Norte (CMIN)-CHUP e ao Serviço de Pediatria e de Cirurgia Torácica do IPO do Porto, já foram operadas quatro crianças.

Considerando que o IPO Porto não dispõe de unidade de cuidados intensivos pediátricos no pós-operatório, até então a solução passava por transferir as crianças que necessitassem desta valência para outro hospital que a pudesse oferecer.

Porém, esta transferência inter-hospitalar, como explicou o diretor do Serviço de Cirurgia Cardiotorácica do Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto, Gonçalo S. Paupério, ao Notícias ao Minuto, “é sempre de alto risco”. Tornava-se, pois, imperioso “assegurar a retaguarda de uma unidade de cuidados intensivos pediátricos para minimizar o risco para a criança”. 

Eis que surge então a parceria celebrada entre as instituições de saúde do Norte e que garante “o apoio imediato às crianças do Serviço de Pediatria do IPOP, que passam a ser operadas no Centro Materno Infantil do Norte (CMIN). Mas há mais.  O serviço de Cirurgia Torácica do IPO do Porto passou também a prestar assistência médica por consulta e cirurgia nesta área às crianças do CMINCHUP, que até agora não dispunham desta especialidade.

Nas palavras de Gonçalo S. Paupério, trata-se de “uma colaboração multidisciplinar entre a cirurgia pediátrica do CMIN, a cirurgia torácica do IPO e os cuidados intensivos do CMIN, oferecendo a estas crianças um tratamento otimizado e realizado por uma equipa multidisciplinar”.

Esta equipa associa o “conhecimento notável das particularidades do tratamento cirúrgico em crianças da equipa de cirurgia pediátrica do CMIN à rotina diária da abordagem da cavidade torácica da cirurgia torácica do IPO“. Igualmente importante é a experiência da “uma equipa anestésica na abordagem das crianças e isso é garantido de forma exímia no CMIN“. Com estas mais-valias, “o resultado do tratamento será certamente superior”, pressagia Gonçalo S. Paupério.

Desde março, quatro crianças já foram operadas ao abrigo desta troca de sinergias. Três destas tinham sido diagnosticadas com neoplasias malignas e eram seguidas no IPO do Porto. A quarta criança tinha também uma neoplasia, mas benigna, e era seguida no Centro Materno Infantil do Norte. Todos os procedimentos, reforçou o diretor do Serviço de Cirurgia Cardiotorácica, foram realizados com “sucesso” e a parceria “decorreu de forma exemplar”.

Gonçalo S. Paupério aproveitou a oportunidade para deixar uma palavra de agradecimento à equipa do CMIN pela “forma irrepreensível” como recebeu a equipa do IPO.

Para o IPO Porto, esta “é uma parceria triunfadora e muito importante porque permite garantir melhores condições de segurança cirúrgica e diminuir o risco para as crianças que necessitam deste tipo de intervenção, uma vez que o Instituto não detém de cuidados intensivos pediátricos“. 

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