Uberaba mantém saldo positivo de empregos em agosto puxado pela indústria | Concursos-e-Emprego

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    Uberaba fechou agosto com saldo positivo na geração de trabalho com carteira assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Ministério da Economia.

    No último mês, foram contratados 2.865 trabalhadores formais e demitidos 2.313, resultando no saldo positivo de 552. Indústria foi o setor que teve o melhor desempenho, com 1.007 admissões e 923 desligamentos, totalizando um saldo de 354.

    Porém, no acumulado dos oito primeiros meses do ano, ainda segundo informações do Ministério da Economia, as demissões (21.752) superaram as contratações (20.381), totalizando -1.371 empregos formais.

    As demissões refletem o impacto da pandemia do novo coronavírus no mercado de trabalho brasileiro, que empurrou a economia mundial para uma forte recessão.

    Mais uma vez, o governo federal fez uma nova atualização nos dados do Caged e, por isso, os números do emprego de janeiro a julho foram reajustados. Veja abaixo:

    • Janeiro: saldo de 299 postos de trabalho, sendo 3.080 admissões e 2.781 desligamentos.
    • Fevereiro: houve um salto de mais de 100% na geração de empregos, resultando na abertura de 630 vagas no município. Foram 3.555 admissões contra 2.925 desligamentos.
    • Março: a Prefeitura determinou, pela primeira vez, o fechamento do comércio e várias atividades como uma forma de conter o avanço da Covid-19 na cidade. O município sentiu os efeitos da crise econômica causada pela pandemia, e teve saldo de -194 postos de trabalho, registrando 3.465 admissões e 3.659 desligamentos.
    • Abril: a situação se agravou ainda mais e a cidade teve saldo de -1.992 vagas de emprego, com 1.378 admissões e 3.370 desligamentos. O cenário foi avaliado como preocupante pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação (Sedec), José Renato Gomes.
    • Maio: foram 1.497 admissões contra 2.530 desligamentos, resultando em -1.033 postos de trabalho.
    • Junho: depois de três meses com saldo negativo, a cidade voltou a ter saldo positivo de empregos, com 2.075 admissões e 1.986 desligamentos, resultando em saldo de 89.
    • Julho: Uberaba teve 2.466 contratações contra 2.188 demissões, fechando com saldo de 278 empregos formais.

    Comportamento do emprego formal em 2020 em Uberaba

    (com atualização dos números dos meses anteriores a agosto)

    Fonte: Ministério da Economia

    Em agosto, todos os setores tiveram desempenho positivo em Uberaba, com destaque para indústria, que teve saldo de 354 postos criados.

    Desempenho do emprego por setor em agosto em Uberaba

    Setores Admissões Desligamentos Saldo
    Agropecuária 55 26 29
    Comércio 739 698 41
    Construção 373 329 44
    Indústria 691 337 354
    Serviços 1.007 923 84
    Total 2.865 2.313 552

    No acumulado do ano, os setores que tiveram desempenho negativo foram comércio, construção e serviços. Com saldo positivo, ficaram agropecuária e indústria.

    Desempenho do emprego por setor em 2020 em Uberaba

    (com atualização dos números dos meses anteriores a agosto)

    Fonte: Ministério da Economia

    O mercado de trabalho, assim como toda a economia, sofreu diretamente o impacto da pandemia do novo coronavírus, decretada em março pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

    O alto risco de contágio em locais cheios ou fechados, assim como as medidas de isolamento social, tomadas de acordo com orientações de autoridades de saúde, diminuíram a circulação de pessoas e o consumo de diversos bens e serviços. Em grande parte dos estados, as medidas foram flexibilizadas.

    Assim como ocorreu em outros municípios, a pandemia levou a Prefeitura de Uberaba a adotar medidas de restrição e isolamento social para reduzir a velocidade do avanço da doença, o que provocou a suspensão do funcionamento de serviços considerados não essenciais e o fechamento de grande parte do comércio.

    O Brasil criou 249.388 vagas formais de emprego em agosto, quando foram contratados 1.239.478 trabalhadores formais, e demitidos 990.090.

    Esse foi o segundo mês consecutivo de geração de empregos formais e, também, o melhor resultado para meses de agosto desde 2010 ou seja, em dez anos.

    Segundo o governo, o resultado foi “puxado pelo aumento das contratações que seguem em tendência de crescimento desde maio”.

    No acumulado dos oito primeiros meses deste ano, porém, as demissões superaram as contratações, e o país registra o fechamento de 849.387 vagas de emprego formais.

    Comportamento do emprego formal em 2020

    (com atualização dos números dos meses anteriores a agosto)

    Fonte: Ministério da Economia



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