A pé ou de bonde pelo Centro Histórico de Santos

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Já a famosa casa amarela da Rua Tuiuti, o Casarão da Tuiuti, também conhecido como Palacete Mauá, é a edificação residencial mais antiga de Santos, erguida em 1818, com 3 mil m². Foi mansão de tradicionais famílias santistas, e sediou, em 4 de março de 1822, o maior e mais suntuoso baile santista do século XIX, a ‘Festa dos Meteoros’.

Também está no Centro, mas na Praça Barão do Rio Branco, o Pantheon dos Andradas, jazigo das cinzas de José Bonifácio de Andrada e Silva, o ‘Patriarca da Independência’, e de seus irmãos Antonio Carlos, Martim Francisco e padre Patrício Manuel, inaugurado em 7 de setembro de 1923 e o Conjunto do Carmo, patrimônio nacional desde 1940, considerado um dos mais antigos relicários do barroco brasileiro. O conjunto é formado por duas igrejas unidas por torre com campanário, revestida de azulejos marianos originais do século XIX, fachada incomum nesse período.

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Ainda a pé, dá pra conhecer a Casa de Câmara e Cadeia (Cadeia Velha), projetada em 1836 e concluída 30 anos depois, em função das guerras do Uruguai e do Paraguai. Com mais de 2 mil m², o prédio histórico já abrigou a Câmara (1870 a 1896), uma cadeia (as celas ainda estão lá), Fórum, e delegacias de Polícia. Além disso, foi cenário da proclamação, em 25 de novembro de 1894, da primeira e única Constituição Municipal do país; o Museu de Arte Sacra, umas das mais importantes instituições museológicas de arte sacra do país, onde funcionou o Mosteiro de São Bento, a partir de 1644, além de ter abrigado vítimas das epidemias que assolaram Santos em 1874 e servido como internato para jovens refugiados russos, entre 1958 e 1968; o Monte Serrat, com seu charmoso bondinho funicular que nos leva ao antigo cassino e ao Santuário de Nossa Senhora do Monte Serrat, padroeira de Santos, construído há mais de 400 anos, e ao mirante de onde se tem uma vista de 360 graus da cidade, de tirar o fôlego.

Foto: Casa do Trem Bélico e Zé Corneteiro (Chris Jauch)



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