Bertioga e Itanhaém colocarão no fim da fila quem recusar vacina da Covid-19 para escolher fabricante | Mais Saúde

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    As prefeituras de Bertioga e Itanhaém, no litoral de São Paulo, decidiram adotar medidas mais rígidas para evitar a escolha do fabricante da vacina contra a Covid-19. Ambas as cidades vão passar para o final da fila aqueles moradores que recusarem o imunizante ofertado pelas profissionais de saúde nos postos da campanha.

    Atualmente o Brasil usa a vacina de quatro fabricantes: Coronavac, AstraZeneca, Pfizer e Janssen. As três primeiras são de duas doses e a última é de dose única. Todas elas são seguras, foram testadas e tiveram a eficácia comprovada pela Anvisa.

    Em Itanhaém, a vacinação está sendo realizada por meio de agendamento online. Com a nova regra, que passa a funcionar nesta sexta-feira (9), os moradores que se recusarem a receber uma marca específica, terão o cadastramento cancelado e não poderão realizar um novo até que todo o público de 18 anos seja imunizado.

    “Esse comportamento pode atrasar o processo de proteção da população, e consequentemente, o fim da crise sanitária”, explica a diretora da Vigilância Sanitária, Sandra Gomes, em texto enviado pela prefeitura.

    Já em Bertioga, a pessoa que rejeitar o imunizante terá de assinar um termo de responsabilidade e será colocado no final da fila do calendário de vacinação. As informações dos desistentes que assinarem o documento serão armazenadas em um banco de dados, o que permitirá o bloqueio e cancelamento de agendamento online, procedimento necessário para receber a vacina no município.

    A medida é prevista em decreto municipal, publicado no Boletim Oficial na última quinta-feira (8), e passará a funcionar no a partir de segunda-feira (9). “A atitude dessas pessoas, chamadas de ‘sommeliers de vacina’, não tem apenas consequências individuais. A melhor vacina é a vacina no braço”, afirma o prefeito Caio Matheus, conforme informado pela administração municipal.

    VÍDEOS: G1 em 1 Minuto Santos



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