Câncer de pele é preocupação durante o verão amazônico, no Pará

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Câncer de pele é preocupação durante o verão amazônico, no Pará (Foto: Divulgação)

          

Julho é o mês de altas temperaturas no Pará, período em que a procura por praias e balneários cresce, aumentando também o tempo de exposição ao sol. Por isso, os cuidados com a pele devem ser redobrados, devido aos danos causados pelos raios UVA e UVB, como o câncer de pele.

 

A doença é o tipo de tumor maligno mais incidente na população brasileira, corresponde a 30% dos casos de tumores não-melanoma e o melanoma representa apenas 3% das neoplasias malignas no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde.

 

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) aponta que, no Pará, mais de 1.700 casos novos devem ser registrados em 2021, dos quais 920 em mulheres e 790 em homens, incluindo o melanoma, tipo menos frequente dentre todos os cânceres da pele, com o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade.

 

Diagnóstico

 

O diagnóstico do câncer de pele é realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais das lesões, além da dermatoscopia, exame que possibilita visualizar as estruturas da pele de forma ampliada e a biópsia, retirada de um fragmento para análise com o intuito de confirmar as características de malignidade.

 

Quanto mais cedo o diagnóstico, maiores são as chances de cura, já que o tratamento é decidido conforme o tipo, grau da doença e estado geral do paciente. A duração também varia de acordo com as áreas acometidas e o tipo e quantidade das lesões.

 

Proteção 

 

As principais orientações de especialistas para prevenir o câncer de pele são:

 

– Evitar exposição solar entre 10h e 16h;

 

– Usar protetor solar com fator acima de 30 meio hora antes da exposição solar, principalmente no rosto, mãos, braços e pescoço e áreas com cicatrizes;

 

– Reaplicar o produto a cada duas horas durante o lazer ou prática de exercícios ao ar livre;

 

– Usar acessórios, como camisas com proteção UV, óculos de sol e boné.

 

Serviço

 

Em Belém, pacientes com a biópsia comprovando câncer de pele, emitida pela Unidade Básica de Saúde ou Secretaria Municipal de Saúde do Município de origem, via sistema de regulação, podem ser encaminhados para o Hospital Ophir Loyola, que é referência no tratamento de câncer na capital.

 

Durante a primeira consulta no hospital, o especialista vai definir a conduta terapêutica conforme o tipo e extensão da doença e, dependendo da gravidade da situação a exemplo de lesões mutilantes ou desfigurantes, o paciente poderá ser encaminhado para outras especialidades como cirurgia plástica ou cirurgia de cabeça e pescoço para dar continuidade ao tratamento.



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