Caso de jovem que teve couro cabeludo arrancado em kart ‘é difícil’ e tratamento vai durar anos, diz especialista

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Após o reimplante, Débora passou por outra cirurgia para a retirada de trombos que surgiram na área do procedimento e, desde então, está internada na UTI. Na quinta-feira (15), os médicos do Recife apontaram o risco de que o procedimento inicial não funcione devido ao aparecimento de microtrombos – obstruções nas veias e artérias da área operada. O quadro clínico dela é estável.

Família estuda transferência

Na manhã deste sábado (17), Douglas Nascimento, tio de Débora, contou à equipe do G1, por telefone, que ela pode ser transferida para o interior de São Paulo. “Estamos estudando a possibilidade de que ela vá para o Hospital Especializado de Ribeirão Preto, mas ainda não sabemos como ela seria transportada”, disse.

O namorado de Débora, Eduardo Tumajan, já havia falado sobre uma possível transferência para os Estados Unidos. O Hospital da Restauração informou que soube da intenção da família de transferi-la e garantiu que, caso isso ocorra, a paciente contará com o apoio da equipe médica do HR.

De acordo com o doutor Marco Maricevich, levar Débora a um centro de referência em cirurgia reconstrutiva é fundamental para que o tratamento avance.

“A equipe inteira é muito importante no processo. Uma cirurgia reconstrutiva como a de Débora envolve cerca de três cirurgiões plásticos que tenham a microcirurgia reconstrutiva como rotina, instrumentador e um corpo de enfermagem acostumados com os procedimentos, além de fisioterapia e serviço social”, enfatizou Maricevich.

Para ele, o centro de Ribeirão Preto é o mais recomendado por ter uma equipe que atende a esses requisitos. “Eu conheço o centro e o chefe de microcirurgia, o doutor Daniel Lazo. Ele é muito experiente e talentoso. Além disso, me coloquei à disposição da família para ir a São Paulo e participar da cirurgia”, completou.



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