Chegada do inverno e isolamento social aumentam a demanda por procedimentos estéticos

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Paralisados com o início do isolamento social em março, os agendamentos para procedimentos cirúrgicos estéticos apresentam retomada no mês de junho. A chegada do inverno é sempre responsável pela alta de demanda do setor, com aumento de até 60%, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Os períodos de férias são sempre muito procurados, mas o inverno ainda apresenta algumas vantagens. “Durante o frio, a dilatação de vasos e a retenção de líquido é menor, o que favorece o pós-operatório. As baixas temperaturas provocam uma vasoconstrição periférica, que proporciona uma redução do inchaço, de forma natural”, explica o médico cirurgião plástico Bruno Legnani.

Na estação mais fria do ano, também é comum usar roupas mais largas, o que favorece o uso de cintas de compressão de forma mais discreta. “Outro ponto positivo é a menor exposição aos raios solares, que diminui as chances de manchas na pele e favorece a cicatrização”, completa.

 Segundo o médico, o repouso pós cirúrgico é fundamental para um bom resultado em qualquer procedimento cirúrgico. “Mais importante que a estação do ano, o período de repouso é essencial para resultados satisfatórios da cirurgia”, afirma. Com o isolamento social, pacientes conseguem realizar os procedimentos e fazer a recuperação em casa, mesmo trabalhando em home office. “Em muitos procedimentos, é possível ficar sentado na frente do computador, mas existe a proibição de dirigir, por exemplo, por isso os pacientes estão aproveitando o período em casa para realizar as cirurgias”, afirma.

Todos os procedimentos seguem a Nota Técnica 6/2020, com orientações para a prevenção e o controle das infecções pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) durante a realização de procedimentos cirúrgicos. No consultório, medidas foram tomadas para garantir a segurança de todos, de acordo com as orientações dos órgãos oficiais de saúde. As consultas espaçadas, para evitar contato entre os pacientes, e a higienização constante das áreas tocáveis, como maçanetas, sofás e materiais usados para a avaliação que já eram constantes, foram intensificadas. “Orientamos os pacientes a usarem máscara durante toda a consulta e higienizar as mãos com frequência, para garantir a segurança tanto do paciente como dos profissionais do consultório”, completa.

Sobre Bruno Legnani:

O médico cirurgião plástico Bruno Legnani possui título de especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), tem residência médica em cirurgia plástica e microcirurgia pelo Instituto Nacional do Câncer e fellow internacional em cirurgia plástica estética na Akademikliniken, na Suécia.



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