Cinco dicas para não voltar a engordar após perder peso

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Chegar ao peso ideal é um desafio. Se manter nele, porém, pode ser algo tão difícil quanto. Um estudo da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, publicado pelo The New York Times, mostrou o que muita gente já imaginava:  95% das pessoas que emagrecem com dietas restritivas voltam a engordar e, às vezes, conquistam mais quilos do que tinham antes de começar o regime.

A grande questão, então, não é mais se o protocolo low carb ou o jejum intermitente são eficientes. A grande dúvida, atualmente, é: como continuar com os resultados da dieta a longo prazo, e não voltar aos quilinhos de antes?

Manequim GG para P

“Há sete anos, emagreci 51kgs após uma cirurgia bariátrica. Desde então, nunca mais ganhei peso”, conta a blogueira e estudante de jornalismo Denize Lima.

Antes de fazer o procedimento estético, a paulista radicada em Brasília já tinha tentado outras maneiras de emagrecer. O resultado, porém, era sempre o mesmo: o temido efeito sanfona.

Aos 37 anos, ela relembra todo o processo em entrevista ao Metrópoles. “Fiz regimes da moda, me internei durante um mês em um spa e tomei todos os tipos de remédio”, relata.

As principais mudanças após operação não foram apenas físicas, mas psicológicas.

A vida inteira eu estava acostumada a ser gorda. Quando me olhava no espelho e me deparava com a mudança de peso, sofri com uma distorção da minha imagem

declara a blogueira

Denize garante que não seguiu dieta restrita, mesmo depois da cirurgia. Ela limita, apenas, o açúcar e alimentos muito gordurosos, por ter um retorno negativo ao consumi-los.

“Quando fujo da minha rotina, aumento 2kgs. Mas, logo em seguida, retorno a atividade física e mantenho a alimentação balanceada”, encerra a jovem.

Dicas práticas

O nutricionista Daniel Pingret desvenda os maiores erros cometidos por pacientes que querem emagrecer de forma definitiva.

“Incluir uma rotina de atividades físicas e comer bem nutricionalmente, com vegetais, frutas e boas fontes proteicas, auxilia a manter o peso”

orienta o profissional

Veja as gafes mais frequentes, e fuja delas:

1. Dietas restritivas
Normalmente, dietas restritivas são regimes com baixo teor de carboidrato. Isso faz com que as pessoas tenham uma primeira ilusão de emagrecimento, porque há uma perda de água no corpo.

Na verdade, emagrecer corretamente requer paciência.  É algo muito mais demorado e que precisa de uma dieta balanceada. Caso contrário, o indivíduo apenas tem uma alteração de peso momentânea.

2. Falta de rotina
No geral, as pessoas que conseguem manter o peso já tem um rotina organizada. Elas se reeducam e criam um hábito alimentar consistente. Ou seja, o individuo vai ter moderação. Para isso, além de recorrer a um novo regime alimentar, vale procurar um especialista para cuidar de compulsões, como terapeutas. Muitas vezes, o problema não está apenas no que se come, mas na relação psicológica com os alimentos.

Vale ressaltar que não é possível permanecer em jejum durante muito tempo. Do contrário, o paciente tem o resultado inverso ao desejado.

3. Dia do lixo
É importante ter uma ou duas refeições livres. Porém, não dá para meter o “pé na jaca” o fim de semana inteiro. Para que ocorra o emagrecimento, é preciso haver um déficit energético, ou seja, queimar mais calorias do que consome.

4. Insistir no fast food (mesmo que ocasionalmente)  
No geral, pode-se classificar como alimentos saudáveis aqueles menos industrializados, mais naturais, ricos em fibra e, de preferência, com baixo teor de gordura saturada. Procure consumir gorduras vegetais, frutas e azeite. E nada de, mesmo ocasionalmente, burlar o regime com hambúrgueres e batatas fritas.

É muito importante, também, que todas as refeições tenham uma variação de cores, por conta dos corantes naturais – e benéficos – de diferentes alimentos.

5. Buscar resultados rápidos
Normalmente, esse efeito acontece quando o paciente procura o resultado rápido e muda o estilo de vida radicalmente. Ou seja, a pessoa come muito pouco, em um período curto. Esse impacto ocasiona muitos prejuízos para a saúde e gera uma desmotivação.

“Um emagrecimento de qualidade só acontece a médio e longo prazo”, conclui Daniel.



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