Clnica de Reabilitao e Cuidados Paliativos investe R$ 20 milhes no Recife, com gerao de 250 empregos

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Apresentando um servio de sade indito, Florence d incio a suas operaes localizada no bairro das Graas. (Divulgao)
Com uma proposta de cuidado integral das necessidades de pacientes e seus familiares, em suas dimensões física, psicológica, espiritual e social, a Clínica Florence chega na Capital pernambucana. O hospital de transição especializado no tratamento de pacientes em Reabilitação e Cuidados Paliativos dá início a suas operações na cidade neste mês de dezembro, localizado, no bairro das Graças, na Zona Norte do Recife. O local, que possui 76 leitos, é a primeira unidade fora de Salvador (BA), o que dá início a sua expansão para outras capitais do Nordeste brasileiro. Com investimentos de mais de R$ 20 milhões, a perspectiva é que o empreendimento gere cerca de 250 empregos diretos.

“Ao longo dos últimos quatro anos, a Florence tem impactado a qualidade de vida de muitos pacientes e familiares, sendo motivo de orgulho para o seguimento de saúde na Bahia. Neste contexto, nossa aspiração de crescimento se torna um dever, uma obrigação de levar o Jeito Florence para mais pessoas”, afirma o idealizador e CEO da Clínica Florence, Dr. Lucas Andrade.

Com um modelo assistencial diferenciado, a Clínica Florence é focada em oferecer um ambiente humanizado, com interações flexíveis a partir da necessidade de cada paciente e seus familiares, promovendo acolhimento e melhora na qualidade de vida. “A chegada em Recife é motivo de grande entusiasmo. É um sonho nascido ainda no primeiro ano, quando constatamos o impacto que podemos ter na vida de pacientes e familiares nos momentos mais delicados”, complementa.

ATENDIMENTOS
A unidade atende pacientes, em sua maioria procedentes de hospitais gerais, com indicação de cuidados multidisciplinares complexos, com intuito de reabilitação intensiva (funcional e adequação de cuidados), redução da complexidade dos cuidados, capacitação de familiares e controle de sintomas em todas as suas dimensões.

Os pacientes em reabilitação funcional são aqueles que sofreram um evento agudo recente, que ocasionou significativa perda de funcionalidade para realização de atividades básicas da vida, como se locomover, comer ou tomar banho. Esses eventos causadores podem ser diversos, como AVC, fratura de fêmur, pós-operatório de cirurgia de grande porte, politraumas, internação prolongada em UTI, forma grave de Covid-19, entre outras condições que ocasionaram perda recente de independência funcional.

“Na Florence, estes pacientes seguem um plano de cuidados customizado e intensivo, que pode chegar até 18 horas semanais de terapias, elaborado por uma equipe interdisciplinar, com objetivo de recuperação da independência. O acompanhamento médico é feito 24h por dia, sete dias por semana”, ressalta Dr. Lucas Andrade.

Já os pacientes da Reabilitação Adequação de Cuidados são aqueles com condições crônicas ou permanentes, com baixa possiblidade de reabilitação funcional, mas que tiveram um novo evento agudo e possuem demandas de cuidados complexas e necessidade de construção de um plano de cuidados pós-alta.

São exemplos dessa condição aqueles pacientes acometidos de lesão por pressão, síndromes demenciais, após traqueostomia, pós-parada cardiorrespiratória, entre outros. Nestes pacientes, o objetivo da reabilitação é reduzir a complexidade do cuidado, definir plano para momento de retorno do paciente ao domicílio, preparar e planejar junto a família cenários futuros de evolução, e capacitar familiares para continuidade do cuidado após a alta. Durante a internação, além da redução da complexidade do cuidado (retirada de traqueostomia, cuidados a lesões cutâneas, desmame de oxigênio, retirada de sonda enteral, desfralde, ganho de tônus muscular, sustentação de tronco etc.), há grande foco na capacitação da família e cuidadores, preparando-os para oferecer a melhor assistência ao paciente em seu retorno para o lar.

Além do trabalho voltado para reabilitação, a clínica também atende pacientes em cuidados paliativos de fim de vida, acometidos por doenças oncológicas avançadas, demência com marcadores de fase final de vida, insuficiência cardíaca avançada, doença pulmonar obstrutiva crônica grave, doenças degenerativas, entre outros. É comum que estejam em internações hospitalares prolongadas e sem perspectiva de cura ou melhora funcional.

A assistência é promovida por uma equipe especializada e tem como objetivo controlar os sintomas em todas as suas dimensões (física, psicológica, espiritual e social), além de acolher e promover melhora na qualidade de vida para paciente e familiares.

“Este modelo de assistência, também conhecido como Hospice, é realizado em um ambiente extremamente humanizado, com interações flexíveis a partir da necessidade de cada paciente e seus familiares”, finaliza Dr. Lucas Andrade.



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