Cloroquina já é usada em pacientes com coronavírus em Santos, Praia Grande e Cubatão | Mais Saúde

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    Apesar de estar em fase de testes e estudos, o uso da cloroquina em pacientes infectados com o novo coronavírus vem sendo adotado em pelo menos três cidades da Baixada Santista, no litoral de São Paulo. Em Santos, Praia Grande e Cubatão, o medicamento já é utilizado em pacientes que estão internados e que tem prescrição médica.

    O Ministério da Saúde autorizou a administração de cloroquina para pacientes com coronavírus em estado grave, mas ainda não há resultados conclusivos para as pesquisas com o medicamento, que é usado principalmente contra a malária. Além disso, há alertas sobre o risco de complicações causadas pela toxidade do remédio.

    De acordo com a Prefeitura de Santos, no Complexo Hospitalar dos Estivadores, a hidroxicloroquina já foi administrada em sete pacientes internados, sendo que cinco deles seguem internados e dois foram a óbito.

    A Prefeitura de Praia Grande diz que já utiliza o medicamento para tratamento, seguindo recomendações e diretrizes do Ministério da Saúde, que envia o medicamento à Cidade. A Prefeitura de Praia Grande ainda disse que está fazendo uso da medicação somente em pacientes que já estão internados e que tem prescrição médica.

    Entretanto, estuda-se a possibilidade de elaboração de um protocolo municipal para regulamentar a utilização do medicamento em outros níveis de atenção para evitar má utilização pois o tratamento está em fase experimental e possui sérias contraindicações.

    A Prefeitura de São Vicente disse conta com o medicamento disponível no Hospital Municipal mas, até o momento, nenhum paciente com coronavírus está em tratamento com a cloroquina.

    Em Guarujá, segundo a prefeitura, o uso deve ser introduzido em pacientes internados em UTIs. Foram comprados 110 mil comprimidos e a prefeitura aguarda ansiosamente a flexibilização do protocolo para utilizar a medicação mais amplamente.

    A Prefeitura de Bertioga disse que, na segunda-feira (13) haverá uma reunião com a Secretaria de Saúde junto à Diretoria Clínica do Hospital e equipe Comissão de Controle de Infecção Hospitalar para definição das diretrizes terapêuticas municipais a serem implementadas.

    A Prefeitura de Mongaguá disse que respeitará os protocolos estadual e federal. No entanto, cabe enfatizar que, o município, só atende casos considerados leves, sendo que os casos moderados e graves são transferidos para hospitais-referência e, de acordo com os protocolos, somente os casos graves são tratados com a medicação em questão.

    A Secretaria Municipal de Saúde de Peruíbe informou que o município não faz uso do medicamento nestes pacientes pelo fato de, até o momento, a cidade ter somente leitos de observação, que são os da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas. A maioria dos pacientes que necessitam de internação na cidade tem sido encaminhados para hospitais-referência.

    A Prefeitura de Itanhaém disse que os pacientes em estado grave são encaminhados aos hospitais de referência. Já aqueles em estado moderado ficam em observação na Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Itanhaém se prepara para ampliar o atendimento com uma unidade auxiliar da UPA caso o número de casos de aumente. Mas, caso necessário usará a cloroquina – indicada para paciente em estado grave -, desde que recomendada por médico e com anuência da família e do paciente.



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