Cresce a procura de amazonenses por cirurgias plásticas; saiba quais – Em tempo

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As escolhas das amazonenses são bem similares as das cariocas | Foto: Divulgação

Com o aumento de 50% no número de cirurgias plásticas realizadas no Brasil, desde o início da pandemia, conforme dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), quatro procedimentos tiveram alta procura pelas amazonenses.

No ranking, estão a lipo com renuvion (tratamento da flacidez), mamoplastia (redução e/ou correção de mamas), prótese de mama e rinoplastia. Os dados são do cirurgião plástico Lucho Montellano, que trabalha com atendimentos, em Manaus, e no Rio de Janeiro. 

Para o especialista em cirurgia plástica, as escolhas das amazonenses são bem similares as das cariocas. “Quando elas chegam ao consultório, sempre desejam um resultado satisfatório e que privilegie as próprias formas físicas. A maioria delas querem eliminar gordurinhas localizadas e dar um contorno melhor ao corpo”, adianta o médico. O cirurgião elenca ainda que para o sucesso de qualquer procedimento é necessário fazer um acompanhamento rigoroso com o especialista, que irá indicar o melhor procedimento e como cuidar do pós operatório. “Costumo dizer que um dos segredos está nos cuidados posteriores a cirurgia. São necessárias muitas drenagens, massagens e cuidados especiais para uma recuperação de excelência”, acrescenta.

Ao ser questionado sobre as cirurgias do momento, como a Lipo Lad, feita recentemente pelas ex-BBBs Sarah Andrade e Vitube, Lucho explica as diferenças de cada uma delas. “A única diferença entre a lipo HD e a lipo LAD é a nomenclatura de cada uma delas, pois se tratam do mesmo procedimento. Enquanto LAD é uma sigla para Lipo de Alta Definição, Lipo HD é “high definition”, o termo em inglês para alta definição. A diferença entre esse tipo de procedimento e a lipo comum é que, na LAD ou HD, o cirurgião esculpe a gordura do local, com o objetivo de trazer uma aparência mais natural e de definição ao paciente”, comenta. 

Sobre a escolha, o especialista reforça que o procedimento ideal vai depender do objetivo de cada paciente. “Em situações em que a pessoa quer eliminar depósitos maiores de gordura, a lipo tradicional é mais indicada. Já a LAD é mais indicada para pacientes que já não têm grandes quantidades de gordura na região abdominal, mas querem uma aparência mais definida. É sempre indicado ter um bom profissional para fazer a análise prévia do paciente e sugerir o melhor procedimento”, reforçou. 

Com mais de 15 anos de experiência em pré e pós operatório de cirurgia plástica, a especialista Thaine Malinowski reforça que para qualquer procedimento estético ter resultados excelentes é necessário o acompanhamento de profissional especializado. “As vezes, o paciente acredita que basta apenas fazer a cirurgia plástica e pronto. Mas, para um resultado final de excelência, que será visto dentro de quatro a seis meses,  é necessário ter cuidados básicos eficientes como uma excelente assepsia, principalmente com o dreno e é imprescindível o auxilio de um familiar ou enfermeiro para ajudar na locomoção, que estará limitada nos primeiros dias. É essencial ter alguém para ajudar a levantar, deitar e colocar as cintas pós-operatório. O paciente deve cuidar bastante da alimentação e evitar alimentos ricos em sódio. Deve ainda haver repouso adequado para evitar fibrose, é necessário ainda o uso de cinta para comprimir o edema e evitar seroma”, explicou a especialista.

Uma pesquisa realizada pela McKinsey & Company com 7,5 mil consumidores de seis países, entre eles o Brasil, indica que 79% dos entrevistados acreditam que o bem-estar é importante e 42% o sinalizam como uma prioridade. Além disso, o valor de mercado global de produtos e serviços considerados neste segmento está calculado em mais de US$ 1,5 trilhão, com crescimento anual entre 5% e 10%. A pesquisa mostra ainda que o gasto com produtos chega a 70% desse valor e os outros 30% são destinados aos serviços

Ano passado houve ainda um crescimento de 122% no interesse pelo tema estética e autocuidado, com um grande pico no mês de agosto que chegou a 287% – época em que foi decretada uma flexibilização das medidas mais restritivas da quarentena em muitas regiões do Brasil.

*Com informações da assessoria 

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