Criança com paralisia é deixada sozinha em ponto de ônibus e polícia investiga abandono | Santos e Região

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    Uma criança com paralisia foi deixada sozinha em um ponto de ônibus em frente a um hospital de Mongaguá, no litoral de São Paulo. De acordo com o Conselho Tutelar, a criança tem entre 2 e 4 anos e tinha apenas uma sacola de medicamentos em mãos. A Polícia Civil investiga o caso, que foi registrado como abandono de incapaz.

    O menino foi localizado em frente ao Hospital Infantil do município, em um ponto de ônibus que fica na Avenida São Paulo, nesta quarta-feira (25). Conforme explicou o conselho, um funcionário da unidade de saúde que havia saído por alguns instantes viu a criança deixada no local.

    O menino foi encaminhado para o Pronto Socorro Infantil, mas não apresentava nenhum ferimento. O Conselho Tutelar informa que foi identificado que se tratava de um menino com paralisia, porém, que não tem nenhuma outra informação, nem mesmo se a criança é moradora da cidade.

    A idade, explicou o órgão, também não é uma certeza, e eles trabalham com a hipótese de que ele tenha de 2 a 4 anos. Para tentar esclarecer o caso, foi registrado um boletim de ocorrência de abandono de incapaz na Delegacia Sede do município.

    “Agora a gente precisa verificar em que circunstancias foi feito o abandono dessa criança, foi feito um boletim de ocorrência e vamos fazer diligencias, colher mais informações para a gente procurar esclarecer quem teria sido e em que circunstâncias essa criança teria sido abandonada”, disse o delegado Luiz Carlos Vieira.

    O conselho reiterou, em entrevista ao G1, que moradores da cidade que tiverem mais informações ou conhecem alguma criança que tenha desaparecido, devem entrar em contato e informar sobre o caso. Eles salientam que isso é importante para identificar se o menino precisa de algum tipo de medicação especial ou tenha alguma condição desconhecida.

    O órgão reforça que a pessoa pode fazer uma denúncia anônima por telefone. Para entrar em contato, moradores podem ligar para o Conselho Tutelar do município ou para a delegacia.

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