Cura e reconstrução de mama com técnicas menos invasivas – Cleber Toledo

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Cura e reconstrução de mama com técnicas menos invasivas

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Um dos piores momentos da vida de qualquer mulher ocorre quando ela recebe o diagnóstico de  um câncer de mama. Primeiro porque a mulher vê ali a sua vida ameaçada. segundo potencialmente poderá perder uma das partes do corpo que mais manifesta sua feminilidade: o seio. Além disso existe ainda a probabilidade de acordo com o tipo de câncer tamanho e repercussão sobre outras partes do corpo de perder cabelo após a quimioterapia. A maioria das mulheres têm acesso através da internet a informações a respeito desse assunto ou conhece alguém que já passou por situações desse tipo.

 

Os métodos de prevenção e diagnóstico precoce avançam a cada ano. Pacientes que seguem os preceitos de uma boa medicina preventiva ajudam a melhorar o prognóstico de uma doença que se manifesta de forma insidiosa e ampla e cuja origem, antes atribuída principalmente a fatores genéticos,  está relacionada a múltiplos hábitos da vida moderna.

 

A melhora na expectativa de vida e nos percentuais de cura faz com que cada vez mais essas pacientes procurem ajuda para se sentirem mais bonitas femininas delicadas e com autoestima cada vez maior, ajudando a recuperar sua alegria de viver . Os avanços da Medicina  permitem realizar reconstrução de mamas com técnicas menos agressivas do que no passado com o objetivo de devolver pelo menos parte do volume e formato da mama afetada ou mesmo, de acordo com cada caso, criar uma nova mama.

 

Existem dezenas de técnicas para criação de novos mamilos aréolas e mais ainda aureolo-mamilar, a tatuagem de aréola, feita com detalhes de sombra detalhes da anatomia como um desenho em 3D. Unido a isso temos também a transferência de tecido gorduroso de outras partes do corpo para a região das mamas a lipoenxertia de mamas,  além de próteses de silicone com qualidade e durabilidade cada vez maior.

 

Cada técnica cirúrgica, cada tratamento possui seus prós e contras, riscos e complicações, limites na busca pela reconstrução das mamas. Conversar sobre isso com um cirurgião plástico é a forma mais prática de alinhar expectativas com resultados possíveis em uma ou mais cirurgias.

 

 

Formada em medicina em 2013 pela Universidade do Grande Rio – Rio de Janeiro.  Residência em Cirurgia Geral no Hospital Municipal Miguel Couto e Residência em Cirurgia Plástica no Hospital Federal de Ipanema. Estágio no Hospital Nossa Senhora do Loreto (referência em atendimento a pacientes fissurados), INCA (Instituto Nacional de Câncer), INTO (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia) e UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). No currículo, “Fellowship” com grandes nomes na área de Rinoplastia em Maringá, Rio de Janeiro e Dallas-Texas (EUA). CRM To 4846 RQE 2158 ( diretora técnica na clínica Maite Brandão ).Email [email protected]

 



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