Decreto municipal amplia regras de isolamento social em Belo Horizonte | Jornal Nacional

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    Nesta quinta-feira (9), a Prefeitura de Belo Horizonte decidiu reforçar as medidas de isolamento social. Muita gente começou a relaxar antes da hora.

    É um esforço enorme para evitar aglomerações. A igreja da Pampulha, cartão-postal da capital mineira, teve que ser cercada da noite para o dia. A partir desta sexta (10), só moradores ou trabalhadores essenciais poderão andar de carro ou a pé na orla da lagoa.

    Áreas públicas como praças e parques da cidade já estão fechadas para impedir até a prática de atividades físicas. Só que muita gente acabou dando um jeitinho.

    Nesta quinta-feira (9), entrou em vigor o terceiro decreto municipal ampliando as regras de isolamento social. Só o comércio de serviços essenciais como farmácias, agências bancárias, supermercados, padarias, óticas, pode funcionar em Belo Horizonte. “No momento a gente está atendendo no máximo duas pessoas dentro da loja; não mais que isso. E, antes da pessoa entrar na loja, a gente está higienizando as mãos delas”, conta atendente de ótica.

    A decisão de restringir ainda mais o perfil das empresas que podem manter as portas abertas foi tomada com base na constatação de que a quarentena vinha perdendo força nos últimos dias. A prefeitura diz que pode chegar ao ponto de cassar o alvará de funcionamento do lojista que desobedecer.

    “Se o comerciante acata a orientação para o fechamento, o que nós temos é que aquela intervenção finalizou. Agora, se ele insiste na prática, em desacordo ao decreto, nós temos a possibilidade de responsabilidade criminal, que decorre de uma desobediência”, destaca Rodrigo Prates, comandante da Guarda Municipal de Belo Horizonte.

    Segundo a Guarda Civil Municipal, os agentes já verificaram cerca de 6 mil denúncias de desrespeito ao isolamento em comércios da capital mineira. Como se trata de novidade, nem todo mundo tava sabendo. “Eu tô surpreso, porque eu não sabia que a partir desse momento não poderia mais abrir”, conta o comerciante.

    Bares e restaurantes podem fazer entregas, mas não podem receber clientes. Se o estabelecimento tiver toda a estrutura montada e adequada para a entrega em casa ou oferecer ao cliente a possibilidade de retirar o alimento pronto e embalado no local, ele está autorizado a funcionar.

    A Guarda Municipal diz que, mesmo as lojas que podem abrir, precisam orientar os clientes do lado de fora, para evitar situações como essa. Preocupados com promoção de ovo de Páscoa, muitos clientes esqueceram a distância de segurança.



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