drenagem pós operatorio – Estética

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APOSTILA CURSO APRIMORAMENTO DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL PRÉ E PÓS 
OPERATÓRIO EM CIRURGIA PLÁSTICA
CURSO DE QUALIFICAÇÃO
EM DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL
PRÉ E PÓS OPERATÓRIO
Prezados alunos,
Estamos lisonjeados em ter você em nossa escola, seja bem vindo e obrigado pela sua escolha. Nossa missão é entregar o conhecimento  atualizados e levar técnicas de estética e bem estar ao alcance de vocês.
Nossa proposta é levar ferramentas necessárias para que você construa o seu futuro como profissional de estética e bem estar, para isso, oferecemos um programa de treinamento técnico, organizacional e altamente prático.
Temos certeza que podemos contribuir para seu crescimento na área da beleza, que é à força de vida.
Rua São Samuel, 191 – Vila Mariana. 
(11) 5081 4051
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www.adijon.com.br
CAPÍTULO 1 - SISTEMA LINFÁTICO 
O sistema linfático serve como via secundária de acesso, por onde os líquidos do interstício são devolvidos ao sangue. É um sistema fechado, intimamente ligado à circulação sangüínea e aos líquidos teciduais, sendo estes últimos absorvidos e transportados por uma vasta rede de capilares linfáticos e de vasos progressivamente maiores, desembocando no sistema venoso. 
1.1 - Funções do Sistema Linfático 
1 - Absorção e transporte de líquido intersticial e, principalmente, de proteínas, graças à altíssima permeabilidade da membrana dos capilares linfáticos. Por isso, exerce importante papel na homeostase do corpo. 
2 - Absorção de lipídeos, através dos capilares linfáticos intestinais até o tronco linfático intestinal, que desemboca na cisterna do quilo. 
3 - Defesa do organismo, graças aos nódulos linfáticos, que filtram a linfa, retendo os microorganismos invasores, destruindo-os por fagocitose e contém células linfóides, responsáveis pela memória imunológica. 
1.2 - Órgãos Linfáticos: 
 Medula óssea: formação de glóbulos brancos e vermelhos; 
 Timo: presente até a puberdade, depois vai se atrofiando. Importante para o desenvolvimento e maturação do sistema linfático e resposta defensivo-imunitária; 
 Baço: filtro e depósito de sangue e produtor de linfócitos; 
 Amígdalas: tecido linfóide, localizada na porta de entrada das vias respiratórias e digestivas; 
 Nódulos linfáticos: ou linfonodos, possuem forma ovalada, entrada de vasos linfáticos aferentes e saída de eferentes (menor n°) e, geralmente estão reunidos em grupo: axilares, mesentéricos, submandibulares, cervicais e inguinais. Funções: filtro (combate microorganismos) e depósito de linfa; 
 Vasos Linfáticos: 
- Capilares linfáticos/linfáticos iniciais: início do sistema linfático; tem forma de dedo de luva; estão intercomunicados como uma densa rede fechada; possuem altíssima permeabilidade através de microválvulas que se abrem conforme relaxamento ou tensão dos filamentos de proteção, permitindo a entrada de partículas, pequenas células e proteínas, iniciando a formação da linfa; 
- Pré-coletores: são vasos progressivamente maiores, possuem fibras colágenas, elásticas e musculares, válvulas e seguem trajeto sinuouso; 
- Coletores: são os vasos linfáticos de maior calibre e possuem 3 camadas: túnica íntima, túnica média (musculatura lisa = propulsão da linfa) e túnica adventícia (terminações nervosas); 
 Linfangion: unidade funcional do sistema linfático; são pequenos segmentos intervalvulares que propulsionam a linfa através de contrações sequenciais ao longo dos vasos, num movimento peristáltico com pulsação que pode variar de 8 a 22 x por minuto. 
1.3 - Coletores linfáticos principais: 
Devolvem a linfa proveniente do corpo ao sistema venoso, na junção das veias jugular interna e subclávia. São eles: 
- DUCTO LINFÁTICO DIREITO: é formado pela união dos troncos mediastinal D, subclávio D e jugular D e recebe a linfa do MSD, hemitórax D, hemiface e cabeça D. 
- DUCTO TORÁCICO: inicia-se na cisterna do quilo, na junção dos troncos intestinal, intercostais descendentes e lombares. Recebe a linfa dos mmii, regiões genitais, pélvicas, hemitórax E, MSE, hemiface e cabeça E. 
1.4 - Linfa 
A palavra lympha, do latim, significa limpo, claro, sendo assim denominada por seu aspecto aquoso de água de manancial, pois contém em sua composição 90% de água com ligeiro tom amarelado. Possui composição semelhante à do plasma sangüíneo, a linfa é viscosa e composta por leucócitos, principalmente linfócitos, fatores de coagulação, grande quantidade de proteínas, microorganismos vivos e gorduras. 
1.5 - Fatores que determinam o movimento da linfa: 
- Automatismo do linfangions; 
- Contração muscular; 
- Pulsação das artérias vizinhas; 
- Movimento respiratório e articular; 
- Gravidade; 
- Compressões elásticas; 
- Manobras de massagem. 
CAPÍTULO 2 - DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL 
A drenagem linfática é uma técnica especial de massagem destinada a melhorar as funções essenciais do sistema linfático por meio de manobras precisas, leves, suaves, lentas e rítmicas, que obedecem o trajeto do sistema linfático superficial. 
1.1 - Conceitos da DLM 
A DLM é baseada em dois conceitos ou procedimentos básicos: 
1 - Evacuação: é o esvaziamento das vias linfáticas adjacentes à zona edemaciada, ou seja, é a criação de reservatórios vazios para o posterior direcionamento da linfa, realizados longe da região infiltrada. Os objetivos da evacuação são os de “descongestionar” ou “preparar” as regiões que irão receber o líquido da região edemaciada. 
2 - Captação: é o conjunto de manobras aplicadas sobre a região afetada, visando drenar e absorver o líquido acumulado no interstício. A captação pode ser considerada como a drenagem “propriamente dita”, onde ocorre o aumento da reabsorção do edema nos linfáticos iniciais e o início do transporte deste pelos vasos de maior calibre. 
1.2 - Técnicas de DLM 
 MANOBRAS UTILIZADAS PELA TÉCNICA LEDUC: 
- Drenagem manual dos gânglios linfáticos; 
- Círculos com os dedos (sem o polegar); 
- Círculos com o polegar; 
- Movimento combinado; 
- Pressões em bracelete. 
 MODALIDADES DE EXECUÇÃO DAS MANOBRAS DE DLM segundo LEDUC 
- Manobra de “Chamada” (D’appel): esta manobra produz uma aspiração e uma pressão da linfa situada nos coletores linfáticos. A mão se apóia na pele pelo bordo radial do indicador e o bordo ulnar da mão mantém-se livre. Os dedos desenrolam-se a partir do indicador até o anular, tendo contato com a pele que é estirada no sentido proximal ao longo da manobra. Inicialmente os MMSS se posicionam em abdução seguindo para adução, com o peso do corpo sendo transferido para o MI que estiver ligeiramente à frente; 
- Manobra de Reabsorção: com esta manobra ocorre um aumento da pressão tissular e a orientação da pressão, a evacuação. A pressão deve ser orientada no sentido da drenagem fisiológica. A mão mantém contato inicial pelo bordo ulnar do 5º dedo, evoluindo com um movimento circular do punho, onde os dedos e a face palmar da mão sucessivamente imprimem uma leve pressão. Os MMSS partem de uma adução para abdução com a mesma transferência de peso da manobra anterior, ou dependendo da região drenada, movimentos de flexo-extensão de quadris, joelhos e tornozelos (movimentos de sobe-e-desce). 
1.3 - Drenagem Linfática Manual em Cirurgias Plásticas 
A arte da cirurgia plástica consiste na restauração da forma e da função corporal, resultando em melhora não somente da parte estética como também da qualidade de vida. A qual se pretende trazer as variações da normalidade para o mais próximo possível daquilo que se concebe como padrão de beleza de uma cultura, em um determinado momento, além de corrigir as alterações evolutivas do tempo, promovendo o rejuvenescimento visual. 
A eficiência de uma cirurgia plástica não depende somente do seu planejamento cirúrgico, mas também da intervenção e cuidados pré e pós-operatórios, o que tem demonstrado fator preventivo de possíveis complicações e promoção de um resultado estético mais satisfatório. 
O ato cirúrgico constitui uma agressão tecidual que, mesmo bem direcionado, pode prejudicar a funcionalidade dos tecidos. Embora



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