Espécies de quelônios e jacaré coroa são devolvidos à natureza em comunidade na região de Santarém | Santarém e Região

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    Embarcaram na manhã desta quarta-feira (8) os mais de 150 animais das espécies quelônios de água doce e um jacaré coroa que serão soltos na comunidade Igarapé do Costa, no Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Urucurituba, em Santarém, no oeste do Pará. Essa é a segunda etapa de uma ação que devolve os animais a natureza.

    150 espécies de quelônios foram soltos em comunidade na região de Santarém — Foto: Cissa Loyola/TV Tapajós

    150 espécies de quelônios foram soltos em comunidade na região de Santarém — Foto: Cissa Loyola/TV Tapajós

    Na primeira etapa, as equipes do ZooUnama, Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), Instituto Chico Mendes de Conservação Ambiental (ICMBio) e 4º Grupamento do Corpo de Bombeiros Militar do Pará (4º GBM) realizaram a soltura de 85 animais silvestres na Floresta Nacional do Tapajós (Flona), no município de Belterra.

    Na ocasião, foram devolvidas ao habitat as espécies de ave Aracuã, pássaro existente nas florestas da América do Sul, em especial no Brasil; Cerdocyon thous, que é o nome oficial do cachorro-do-mato, mamífero também da América do Sul; Puma yagouaroundi, que é o gato mourisco, animal comum das florestas do Texas (EUA) e de territórios brasileiros; Sapajus, os macacos-prego, primatas da América do Sul; Quatis, mamíferos carnívoros e, espécies de quelônios.

    Esses animais foram soltos no km 67 da Flona, na rodovia BR-163. A floresta é uma unidade de conservação criada em 1974 pelo governo federal, com uma área aproximadamente 527.000 hectares.

    Jacaré coroa também voltará ao habitat natural na comunidade Igarapé do Costa, em Santarém — Foto: Cissa Loyola/TV TapajósJacaré coroa também voltará ao habitat natural na comunidade Igarapé do Costa, em Santarém — Foto: Cissa Loyola/TV Tapajós

    Jacaré coroa também voltará ao habitat natural na comunidade Igarapé do Costa, em Santarém — Foto: Cissa Loyola/TV Tapajós

    A soltura desta quarta-feira foi realizada pela Secretaria de Meio Ambiente (Semas), Semma e 4º GBM.

    De acordo com a lei de crimes ambientais nº 9.605/98 a multa é de R$ 5 mil por animal, para quem mata, persegue, ou comercializa esta espécie. A principal lei de proteção aos animais, no Brasil, ainda continua sendo através da constituição federal, porém, cada estado brasileiro adota ajustes separados.

    * Colaborou Cissa Loyola, da TV Tapajós.



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