ESTÉTICA E CIRURGIA ILDEI RODRIGUES DOS SANTOS

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ESTÉTICA E CIRURGIA ILDEI RODRIGUES DOS SANTOS
Pergunta 1
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A drenagem linfática manual foi criada por Emil Vodder e por Estrid Vodder, entre 1932 e 1936, quando publicaram em Paris as bases dessa técnica. Nos anos seguintes, vários colegas mostraram interesse pela técnica e foram associando outras manobras, bandagem e exercícios. Independente da técnica utilizada, alguns cuidados são obrigatórios durante a sessão de drenagem (BELCZAK, C. E. Q; GODOY, J. M. P; GODOY, M. F. G. Reabilitação Linfovenosa. RJ: DiLivros, 2005. p. 31).
Orientando-se pelos estudos sobre Sistema Linfático e Drenagem Linfática manual, assinale a alternativa que NÃO representa um desses cuidados:
  
Pressão exercida durante as manobras deve ser em torno de 150mmHg. 
  
Velocidade de deslizamento, porque a linfa é carreada para os linfonodos que limitam a passagem dela.
 
  
Conhecimento do trajeto da linfa.
 
  
Conhecimento anatômico das estruturas do Sistema Linfático.
 
  
Conhecimento da localização dos linfonodos.
 
Cada linfângion é independente, funciona como se cada um possuísse seu próprio marcador. O estímulo mais importante para a contração é o aumento de volume com distensão de sua parede, mas há outros estímulos que os acionam, como estímulos alfa-adrenérgicos, movimentos ativos e passivos e batimento arterial contra sua parede, entre outros. Suas contrações permitem alcançar pressões entre 10 a 55mmHg, podendo atingir 120mmHg nos membros inferiores.
Essas pressões demonstram por que a maioria das técnicas de drenagem linfática manuais mantém a pressão das mãos entre 30 a 40 mmHg, pois a intensão é “imitar” um linfângion.
 
Pergunta 2
0,16 / 0,16 pts
A rede linfática é um conjunto de vasos de distintos calibres, superficiais e profundos, com pontos de encontro de maior importância entre eles (linfonodos) e condutos finais que desembocam no Sistema venoso. Anteriormente a esses condutos finais, chamados ductos, temos vasos calibrosos, os troncos, que drenam diferentes regiões do corpo (BELCZAK, C. E. Q; GODOY, J. M. P; GODOY, M. F. G. Reabilitação Linfovenosa. RJ: DiLivros, 2005. p. 11-2).
Com base nas informações acima, Coloque V para verdadeiro e F para falso nos itens que trazem os nomes dessas estruturas:
( ) Lombares
( ) Broncomediastinais
( ) Subclávios
( ) Intestinais
( ) Jugulares e Descendentes intercostais
  
V, V, V, F, V.
 
  
F, F, V, V, F.
 
  
V, V, V, V, V.
 
  
V, V, V, V, F.
 
  
F, F, F, F, F.
 
Todos esses são os troncos que recolhem a linfa de todas as regiões corporais
 
Pergunta 3
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Os edemas, linfedemas e outros distúrbios correlacionados (discretos ou graves) podem apresentar um caráter inestético, e a melhora clínica dessas condições patológicas normaliza a função de órgãos e de sistemas orgânicos, melhorando, consequentemente, a aparência corporal dos indivíduos, fato que desperta grande interesse da população (BATISTA, A. T. D et al. Drenagem Linfática Manual: histórico, métodos e eficácia. Maiêutica, Estética e Imagem Pessoal, SPv. 1, n. 1. 2017. Disponível em: https://publicacao.uniasselvi.com.br/index.php/EIP/article/view/1823. Acesso em: 20 mar. 2019).
Esses edemas e linfedemas podem ocorrer por insuficiência linfática dinâmica ou insuficiência linfática mecânica, sendo que existem grandes diferenças entre eles.
Associe as afirmações a seguir à (1) Insuficiência linfática dinâmica e (2) à insuficiência linfática mecânica.
( ) Carga linfática ultrapassa a capacidade de transporte
( ) Há perda da função normal das estruturas linfáticas
( ) Típicos de insuficiência cardíaca congestiva
( ) Alto conteúdo proteico
( ) São chamados de linfedema
  
2, 2, 1, 1, 2.
 
  
1, 1, 1, 2, 1.
 
  
1, 2, 1, 2, 2.
 
  
1, 1, 2, 2, 2.
 
  
2, 1, 2, 1, 1.
 
Existem alguns tipos de edemas, e eles podem ser ocasionados por alterações mecânicas no Sistema Linfático, no qual ocorre a redução da capacidade dos vasos de realizar a drenagem, porém o volume a ser drenado é normal, ou uma alteração dinâmica, em que o sistema linfático está íntegro e o volume a ser drenado excede sua capacidade de drenagem;
- Insuficiência linfática dinâmica: a carga linfática ultrapassa a capacidade total de transporte, ocasionado o edema. São tipicamente pobres em proteína e, geralmente, típicos de insuficiência cardíaca congestiva e também edemas venosos;
- Insuficiência linfática mecânica: há perda da função normal das estruturas linfáticas, mesmo com cargas linfáticas fisiologicamente normais, há um acúmulo tecidual de líquidos e macromoléculas, sendo edemas de alto conteúdo proteico e são chamados também de linfedemas. A quantidade associada de líquidos, ao menos na fase inicial, deve-se à diferença de pressão osmótica das macromoléculas.
 
IncorretaPergunta 4 Errei! falta correção
Na Drenagem Linfática Manual, dois tipos de manobras são realizados. Uma delas, é feita diretamente sobre o edema, visando a aumentar o recolhimento da linfa pelos linfonodos e pelos capilares. A outra manobra é realizada nos pré-coletores e nos coletores linfáticos que transportam a linfa captada pelos capilares, próximo aos linfonodos (BATISTA, A. T. D et al. Drenagem Linfática Manual: histórico, métodos e eficácia. Maiêutica – Estética e Imagem Pessoal, SP v. 1, n. 1, 2017. Disponível em: https://publicacao.uniasselvi.com.br/index.php/EIP/article/view/1823. Acesso em: 20 mar. 2019).
Com base nessas informações, os nomes das manobras são, RESPECTIVAMENTE:
  
Captação e bombeamento.
 
  
Evacuação e captação.
 
  
Captação e evacuação.
 
  
Evacuação e palpação.
 
  
Bracelete e semicírculos.
 
As manobras de captação são realizadas no mesmo nível da infiltração, ou seja, no edema, e as de evacuação são as manobras realizadas nos linfonodos, longe da zona de captação.
Pergunta 2
0,16 / 0,16 pts
A drenagem linfática manual foi criada por Emil Vodder e por Estrid Vodder, entre 1932 e 1936, quando publicaram em Paris as bases dessa técnica. Nos anos seguintes, vários colegas mostraram interesse pela técnica e foram associando outras manobras, bandagem e exercícios. Independente da técnica utilizada, alguns cuidados são obrigatórios durante a sessão de drenagem (BELCZAK, C. E. Q; GODOY, J. M. P; GODOY, M. F. G. Reabilitação Linfovenosa. RJ: DiLivros, 2005. p. 31).
Orientando-se pelos estudos sobre Sistema Linfático e Drenagem Linfática manual, assinale a alternativa que NÃO representa um desses cuidados:
  
Conhecimento do trajeto da linfa.
 
  
Velocidade de deslizamento, porque a linfa é carreada para os linfonodos que limitam a passagem dela.
 
  
Conhecimento da localização dos linfonodos.
 
  
Pressão exercida durante as manobras deve ser em torno de 150mmHg.
 
  
Conhecimento anatômico das estruturas do Sistema Linfático.
 
Pergunta 3
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A linfa, é o líquido circulante no Sistema Linfático. Sua composição varia de acordo com o local em que é formada. A região do intestino delgado apresenta altas concentrações de ácidos graxos, ao passo que a linfa dos membros inferiores é pobre (BELCZAK, C. E. Q; GODOY, J. M. P; GODOY, M. F. G. Reabilitação Linfovenosa. RJ: DiLivros, 2005. p. 32).
I – É formada a partir dos produtos gerados do metabolismo das células e do interstício
Porque
II – Enquanto está no espaço intersticial é denominado líquido intersticial e quando penetra nos vasos linfáticos é denominada linfa.
Sobre essas duas asserções, é CORRETO AFIRMAR que:
  
Ambas são falsas.
 
  
Ambas são verdadeiras e a segunda justifica a primeira.
 
  
A primeira é verdadeira e a segunda é falsa.
 
  
Ambas são verdadeiras, mas a segunda não justifica a primeira.
 
  
A primeira é falsa e a segunda é verdadeira.
 
São verdadeiras as duas afirmações, mas uma fala sobre a formação e a outra sobre a nomenclatura, que muda dependendo da região em que ela é encontrada, por isso uma não justifica a outra.
Pergunta 1
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“Na dermolipectomia abdominal, realiza-se retirada de retalho cutâneo e gordura da região inferior do abdômen, de maneira que o retalho do abdômen superior recobre toda extensão abdominal.



Fonte