Exercícios e alimentação ajudam a enfrentar sintomas do climatério – 21/08/2019 – Equilíbrio e Saúde

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​Diferentemente do que muita gente pensa, climatério não é sinônimo de menopausa. Enquanto este último se refere à última menstruação de uma mulher, climatério é a fase biológica da vida da mulher que compreende a transição entre o período reprodutivo e o não reprodutivo, conforme explica a ginecologista Lucia Helena Costa Paiva, professora titular de ginecologia e diretora da divisão de ginecologia do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher da Unicamp. 

Em geral, ele ocorre por volta dos 45 anos como consequência do esgotamento da função ovariana.

“Climatério é a etapa de transição que se inicia com a menstruação irregular, passa pela sua parada total e vai até o momento em que a mulher não pode mais engravidar. Não são datas bem definidas”, explica Paiva.

Quando a menstruação começa a falhar, surgem as ondas de calor, os famosos fogachos, e a produção do hormônio estrógeno diminui. “É o momento de ir ao médico para confirmar o climatério e iniciar a reposição hormonal, se a mulher quiser”, ressalta a ginecologista.

Em alguns casos, a reposição não pode ser feita. Se a mulher teve câncer de mama ou de endométrio e problemas cardiovasculares como infarto, derrame ou trombose a reposição é contraindicada.

Lucia Helena Costa Paiva pontua que, se não existem impedimentos, a reposição hormonal é recomendada para que os sintomas não prejudiquem a qualidade de vida da mulher. “A reposição é positiva porque trata os sintomas incômodos, previne a perda óssea, que é um risco para desenvolver a osteoporose, e a secura vaginal, que interfere na vida sexual.”

Nessa fase, há ainda riscos de problemas cardiovasculares, alteração nos índices de colesterol, aumento da gordura abdominal e perda da massa óssea em função da baixa produção de estrógeno. Não existe uma fórmula mágica para recuperar o bem-estar, mas há alternativas.

“É preciso manter uma alimentação saudável, que reforce cálcio e vitamina D e contenha leite e derivados, praticar atividades físicas e manter peso adequado. Exercícios para o cérebro, como ler, também são importantes”, afirma Paiva.



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