Goiás registra 2.183 casos conhecidos de Covid em 24 horas e tem 73% dos leitos de UTIs ocupados, diz Saúde | Goiás

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    Goiás registrou 2.183 casos conhecidos de Covid-19 em 24 horas e tem 73% dos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) ocupados, nesta terça-feira (11), conforme boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde. A taxa de ocupação nas enfermarias é de 46%.

    Ao todo, o estado já registrou 956.642 casos e 24.738 mortes pela a doença desde o início da pandemia. Em 24 horas, foram registradas duas mortes.

    Só na capital, até esta tarde, havia o registro total de 235.577 infectados e 7.028 vidas perdidas para o coronavírus. Em 24 horas, foram 100 novos casos e não houve registro de óbitos.

    No entanto, a capital tem 94% das UTIs para o tratamento da doença lotados. Na enfermaria, a taxa é de 76%.

    Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que já ampliou a rede credenciada em 30 novos leitos, sendo que 13 serão disponibilizados nas próximas horas. “Com isso, não há insegurança nem risco de faltar leitos para quem necessitar”.

    Goiás é o segundo estado com mais registros de ômicron no país após ter 70 casos e a 1ª morte pela variante, conforme dados do Ministério da Saúde desta terça-feira.

    O estado está atrás de São Paulo, que lidera com 121 casos da variante e Rio de Janeiro, com 58 infectados pela ômicron.

    Até esta terça-feira, o Brasil havia registrado apenas uma morte pela variante, que aconteceu em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital.

    Primeira imagem da variante ômicron revela mais que o dobro de mutações que a delta

    A vítima foi um idoso de 68 anos portador de doença pulmonar obstrutiva crônica e hipertensão arterial. O caso foi registrado no último dia 6 de janeiro. Ele vivia em um abrigo de idosos e já estava vacinado com as três doses.

    Especialistas explicam que a vacinação contra a Covid-19 reduz o risco de morte pela doença e suas variantes. Eles afirmam ainda que os imunizantes disponíveis contra o coronavírus são para evitar o agravamento dos casos, mas que não há garantia de que possam impedir a reinfecção.

    Ômicron não é leve, diz OMS

    O chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou no início do mês que a variante ômicron pode ser menos grave, mas não deve ser classificada como “leve”.

    Durante uma entrevista coletiva, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, também repetiu seu apelo por uma maior equidade global na distribuição e acesso às vacinas contra o coronavírus.

    Ele alertou que, com base na taxa atual de distribuição de vacinas, 109 países não cumprirão a meta da OMS de que 70% da população mundial seja totalmente vacinada até julho. Esse objetivo é visto como uma ajuda fundamental para encerrar a fase aguda da pandemia.

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