Justiça concede liberdade provisória ao presidente e assessor da Câmara de Vereadores de Astorga | Norte e Noroeste

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    A Justiça concedeu liberdade provisória ao presidente da Câmara de Vereadores de Astorga, no norte do Paraná, José Carlos Paixão (PTB) e ao assessor de comunicação da Casa Fernando Gardin. A decisão é de quarta-feira (14).

    José Carlos Paixão (PTB) e Fernando Gardin foram presos pelo Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria), na terça-feira (13).

    Segundo o MP-PR, o presidente do Legislativo municipal e o assessor ofereceram propina e um cargo no Legislativo municipal para Charles Gasparino.

    Gasparino faz parte de um grupo que fiscaliza a gestão pública em todo o país, acompanhando o trabalho de prefeitos e vereadores. Os integrantes são voluntários e, quando descobrem ilegalidades, encaminham denúncias ao MP-PR.

    Como tem feito denúncias contra a gestão municipal de Astorga, Charles Gasparino conta que foi chamado para fazer um acordo na Câmara Municipal. A conversa, que aconteceu no gabinete do vereador, foi gravada.

    Para conceder a liberdade provisória, a juíza Paula Andrea Samuel de Oliveira Monteiro determinou o pagamento de fiança e medidas cautelares. Paixão deverá pagar fiança de R$ 3.992, ou quatro salários mínimos, e Gardin deverá pagar R$ 2.994, ou três salários mínimos.

    Em liberdade, Paixão e Gardin não poderão mudar de casa sem autorização da Justiça, estão proibidos de se ausentar de casa por mais de oito dias sem a prévia comunicação, também estão proibidos de acessar ou frequentar a Câmara de Vereadores e a prefeitura.

    A juíza também determinou que os dois estão proibidos de manter contato ou chegar perto da principal testemunha do caso, Charles Gasparino, ou outras pessoas que possam colaborar com as investigações.

    Os investigados estão proibidos de exercerem as funções públicas por 120 dias, nesse período vão continuar recebendo os salários.

    Por meio de nota, a defesa de Paixão e Gardin disse que os clientes preenchiam os requisitos para serem libertados pela própria autoridade policial. Porém, conforme a defesa, por situações de entendimento, que estão sendo apuradas, tiveram usurpados em suas liberdades.

    José Carlos Paixão (PTB), presidente da Câmara de Vereadores de Astorga, foi preso pelo Gepatria — Foto: Juliana Guzzoni/RPC

    José Carlos Paixão (PTB), presidente da Câmara de Vereadores de Astorga, foi preso pelo Gepatria — Foto: Juliana Guzzoni/RPC



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