Lilly fará investimento de R$ 6 milhões na Capital

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A ação é ousada: abrir, no espaço de três meses, seis unidades nos mais importantes shopping centers de Belo Horizonte, totalizando um investimento de R$ 6 milhões. A estratégia da Lilly Estética é, segundo o seu diretor financeiro e de operações, Sérgio Alarcon, fazer a expansão por meio de lojas próprias na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e no Triângulo Mineiro.

“Sempre tivemos Belo Horizonte como uma praça muito forte. A região ainda precisa de um serviço de mais qualidade, com alta tecnologia. Nesse tempo que estudamos, vimos que poderia ser um lugar muito bom para um segundo movimento de expansão. Vamos entrar também em Uberlândia, onde o processo já está avançado. E já olhamos outras regiões como Uberaba (Triângulo), Betim e Contagem (RMBH). Acreditamos muito no negócio. As lojas próprias são importantes para controlar a qualidade do serviço”, explica Alarcon.

De 30 de abril até hoje, foram inauguradas unidades no Pátio Savassi, na região Centro-Sul; Minas Shopping, região Nordeste; Shopping Cidade, no hipercentro; e Shopping Del Rey, na região Noroeste. Ainda neste semestre, serão implantadas as lojas no Diamond Mall e no BH Shopping, ambos na região Centro-Sul. Já foram contratados mais de 80 profissionais.

O modelo de negócio da Lilly Estética é de clube para associados. São oferecidos mais de 30 tratamentos faciais e corporais realizados por uma equipe técnica de biomédicas, fisioterapeutas e esteticistas. São três modalidades de clube: no Lilly Boto Club os associados pagam mensalidades a partir de R$ 34,90 para aplicação de toxina botulínica; no Lilly Laser Club, pela mensalidade de R$ 99,90 é possível fazer depilação a laser no corpo todo durante 30 minutos e a cada 45 dias; e o Lilly Club, um clube completo com mensalidades de R$ 149,90, que inclui tratamentos faciais, corporais, depilação a laser e tratamentos por ondas eletromagnéticas com equipamentos de alta tecnologia.

“Nosso modelo é bem diferente do comum no mercado estético. Normalmente as marcas são segmentadas. Aqui a lista de procedimentos é mais completa e, por isso, complexa de ser gerida. Daí a opção pelas lojas próprias. Quando estivermos com isso muito bem estabelecido poderemos avançar para o modelo de franquia. A previsão é que isso aconteça só no final de 2022”, pontua.

A expansão da rede tem como segundo pilar os shopping centers, especialmente nas novas cidades, mesmo durante a pandemia. A aposta é na necessidade de autocuidado aguçada pelos protocolos sanitários.

Pesquisas nacionais corroboram com a tese. Segundo a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 66% dos brasileiros consideram os gastos com beleza uma necessidade e não luxo, e mais de 70% das pessoas que gostariam de realizar um serviço estético são impedidas pelos preços elevados. E, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), o isolamento social provocou alta de 5,8% no faturamento do setor de cosméticos – conhecido como Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPPC), no acumulado de janeiro a setembro de 2020, comparado com o mesmo período do ano anterior.

“A estratégia está pautada em shoppings pela nossa construção de marca e pela segurança oferecida aos clientes e às lojas, que carregam cerca de R$ 1 milhão em equipamentos. O shopping é também um veículo de divulgação da marca. A pandemia nos assustou, mas também mostrou oportunidades. As pessoas estão mais cuidadosas com elas mesmas. Temos usado todos os protocolos, observando o intervalo de tempo para desinfecção entre procedimentos. Trabalhamos com agendamento, aumentando o nível de segurança” afirma o diretor financeiro e de operações da Lilly Estética.

A marca já está no interior de São Paulo, com sete lojas próprias inauguradas, e planeja inaugurar 60 unidades próprias, espalhadas pelo Brasil, até 2022.



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