LipoGlow: tudo sobre a técnica que melhora a luminosidade e brilho da pele

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Por meio da lipoenxertia (injeção de gordura do próprio paciente), a técnica LipoGlow rejuvenesce, melhora o brilho e luminosidade, por conta das células-tronco presentes na gordura

Uma das melhores técnicas já inventadas para rejuvenescimento é a lipoenxertia, uma técnica injetável para aplicação de gordura do próprio paciente. Em primeiro lugar porque ela dá um uso importante para a gordura retirada na lipoaspiração. Segundo, porque sua aplicação no rosto está associada ao rejuvenescimento (com resultados que duram muito mais que os preenchedores). E terceiro, porque uma nova técnica, conhecida como LipoGlow, permite também melhorar o viço, luminosidade e brilho da pele. “A gordura, depois de ser retirada e tratada, pode ser reaplicada na face para repor volume e rejuvenescer a pele através do procedimento conhecido como lipoenxertia, que é um dos melhores métodos para devolver harmonia e firmeza ao rosto. Mas a gordura também pode ser aplicada em pontos estratégicos para melhorar o brilho e qualidade da pele”, explica o cirurgião plástico Dr. Mário Farinazzo, membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). “A gordura, além de não causar rejeição por ser retirada do próprio paciente, confere resultados mais naturais e quase permanentes já que cerca da metade do que foi enxertado se integrará definitivamente ao tecido. Além disso, ela é rica em células-tronco que melhoram a qualidade e o aspecto da pele”, completa o cirurgião plástico.

LipoGlow é uma das principais tendências para melhorar o aspecto da pele. De acordo com o médico, após avaliação das estruturas onde a gordura será injetada, o procedimento, que é feito sob anestesia local e sedação, inicia-se como se fosse uma lipoaspiração comum, com a retirada da gordura de regiões como abdome, braços e coxas através de uma cânula. Em seguida, a gordura é tratada, para retirar o sangue e o anestésico, e, por fim, é injetada novamente na face de acordo com a necessidade de cada paciente. “Os resultados surgem depois de três semanas, sendo possível enxergar melhora no viço, brilho e luminosidade facial”, diz o médico.

No pós-operatório um pouco de inchaço e discretos hematomas são comuns, mas desaparecem após uma semana. Nesse período é recomendado então que o paciente evite fazer esforço e se expor ao sol sem proteção, mas pode retornar as atividades diárias normalmente. “Além disso, dependendo do caso, o médico pode receitar o uso de medicamentos antibióticos e analgésicos”, destaca o especialista.

Porém, o Dr. Mário Farinazzo ressalta que o procedimento não pode ser realizado em qualquer paciente, sendo contraindicado para aqueles que fazem uso de medicamentos anticoagulantes, doenças do colágeno, deficiência do sistema imunológico ou inflamação na pele do local que será tratado. “O ideal então é que, antes de passar pelo procedimento, você consulte um profissional especializado, que poderá realizar um diagnóstico e indicar o melhor tratamento para você”, finaliza.

FONTE:

*DR. MÁRIO FARINAZZO: Cirurgião plástico, membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e Chefe do Setor de Rinologia da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Formado em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), o médico é especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Professor de Trauma da Face e Rinoplastia da UNIFESP e Cirurgião Instrutor do Dallas Rinoplasthy™ e Dallas Cosmetic Surgery and Medicine™ Annual Meetings. Opera nos Hospitais Sírio, Einstein, São Luiz, Oswaldo Cruz, entre outros. www.mariofarinazzo.com.br



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