Pacientes em coma induzido recebem áudios de familiares em tratamento alternativo em Bertioga, SP | Mais Saúde

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    Com a proibição das visitas aos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) devido ao risco de transmissão e contágio pela Covid-19, o Hospital Municipal de Bertioga, no litoral de São Paulo, iniciou um projeto como forma de manter os pacientes internados próximos aos seus familiares. Eles ouvem áudios gravados pelos parentes pelo menos duas vezes ao dia.

    O projeto, denominado Borboleta Azul, é uma parceria com o Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde (INTS). A proposta, segundo a prefeitura, está relacionada à transformação, esperança e recomeços. As equipes da saúde pedem às famílias dos pacientes que enviem mensagens de áudio com boas notícias, orações e até mesmo resumos sobre partidas de times de futebol.

    Todos os dias da semana, duas vezes ao dia, uma psicóloga passa em cada leito levando as mensagens passadas pela família de cada paciente. De acordo com a Secretaria de Saúde, a recepção e o processamento de sons do ambiente dependem da medicação usada na sedação, do dano cerebral e do tempo que a pessoa está na UTI.

    Conforme a administração municipal, estudos científicos apontam que pacientes em coma induzido, devido à intubação, ao ouvirem gravações de familiares, apresentam recuperação mais rápida. Mesmo sedados, eles podem produzir respostas fisiológicas, como alterações na respiração e expressões faciais.

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