Parques, restaurantes, cinemas e museus reabrem em São Paulo na fase de transição | Jornal Nacional

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    Neste sábado (24) São Paulo reabriu parques, restaurantes, cinemas e museus, seguindo os protocolos sanitários do governo estadual.

    A saudade do encontro com a arte fez muita gente chegar cedo para visitar o Masp. O setor da cultura está incluído na flexibilização. A chamada fase de transição começou no fim de semana passado com igrejas e comércio.

    Agora é a vez de outros serviços e espaços que, depois de mais de um mês fechados, voltam a funcionar, mas com limitações de ocupação e horários.

    Salões de beleza, bares e restaurantes abrem das 11h às 19h. Com autorização prévia, a prefeitura pode liberara espaços nas ruas para o atendimento. Um jeito de ampliar a capacidade dos estabelecimentos sem aumentar os riscos à saúde dos clientes e funcionários. Mas no fim da tarde já havia aglomerações em bares na Vila Madalena.

    Academias de ginástica também voltaram a funcionar com horário restrito. Os parques abrem os portões às 6h e têm que fechar às 18h.

    Quem antes só podia passar, olhar e suspirar de vontade, neste sábado conseguiu finalmente entrar e aproveitar o sábado de sol.

    “Demais né? A gente passava com ele, e dava voltas a pé e ele pedindo para entrar e tendo que dizer: ‘não dá filho’. Estava ansioso para essa reabertura”, diz Vanderson Rocha, técnico em radiologia.

    Nesse final de semana de Oscar, cinemas também reabriram, com 25% da capacidade e espectadores ainda cautelosos.

    Na próxima sexta-feira, o governo do estado vai decidir se mantém a flexibilização, se avança ou se volta a restringir atividades. E esse é um filme que já vimos antes: a pandemia recua um pouco, acontece a liberação, a transmissão do vírus aumenta e volta a impor restrições. Por isso os especialistas alertam que todo o cuidado agora é pouco. A taxa de ocupação das UTIs está caindo no estado, mas o número ainda pe alto: 79%.

    “Ainda está num momento bastante preocupante da transmissão comunitária da Covid-19. Não passou, não acabou e não está resolvido. Então a gente tem que continuar com todas as medidas de contenção, o mais intenso possível, seja do ponto de vista individual quanto do ponto populacional”, alerta Márcio Bittencourt, médico do Hospital Universitário da USP.



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