Parte 4: Corpo | Super

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O mais poderoso órgão sexual é o cérebro. Sem excitá-lo, nada de secreções, lubrificações e ereções. Conseguir isso não é nenhum bicho de sete cabeças, claro. Mas quem conhece os atalhos do caminho consegue ter mais prazer.

Texto: Wanda Nestlehner e Márcia Kedouk | Edição de Arte: Fernando Pires |
Design: Andy Faria | Ilustrações: Espaço Ilusório

Pau na máquina: por que homens (e mulheres) broxam

Diabetes, hipertensão, estresse, ansiedade, doses a mais de álcool, baixa de testosterona. O pulso ainda pulsa, mas o desejo sofre um baque.

Primeiro, vem um estímulo: um beijo, um toque, uma lambida. É a deixa para os neurotransmissores mandarem o corpo esponjoso se dilatar e se encher de sangue, pressionando as veias ao redor e mantendo o líquido retido ali. Pronto, temos um pênis ereto. Nas mulheres, o processo é mais sofisticado e, por isso, sujeito a outras variáveis.

Os estímulos também desencadeiam reações físicas que envolvem a lubrificação do canal vaginal e a ampliação do fluxo sanguíneo para o clitóris, que aumenta de tamanho e se enrijece. Mas qualquer bobeada na concentração ou um pensamento errado na hora errada funcionam como água fria no sistema de aquecimento.

Pode acontecer, por exemplo, de vir à mente bem no meio do amasso a conta do cartão de crédito ou a sensação de estar fazendo algo proibido ou sujo – fruto de uma educação repressora.

Outros broxadores são o estresse e a ansiedade, que disparam a produção de adrenalina, o que significa que o corpo se prepara para reagir a ataques e desliga as funções que não são prioritárias para a sobrevivência. Aí, nada de esbanjar fluxo sanguíneo para os genitais. E adeus ereção ou lubrificação.

O consumo de álcool também tem culpa no cartório. Drinques a mais têm efeito vasodilatador no corpo e deixam o tecido erétil frouxo. Por último, há a questão da saúde, em especial para os homens. Algumas doenças podem interferir no desempenho. A diabetes é um exemplo: a alta concentração de açúcar no sangue pode causar má circulação
e lesões nos vasos e nos nervos do corpo todo.

E a ereção depende da boa irrigação do pênis e da livre condução dos impulsos elétricos entre os neurônios. Pressão alta é outro fator de risco, porque as artérias podem perder a flexibilidade e se tornarem rígidas, dificultando a passagem do sangue.

Por outro lado, cada vez mais a indústria farmacêutica tem se aplicado em encontrar pílulas do tesão, como o Viagra. Esses remédios permitem maior afluxo de sangue no pênis, ajudando na ereção. Como o prazer feminino não depende de uma questão mecânica, o buraco é mais embaixo.

As mulheres produzem doses bem menores de testosterona do que os homens – e esse hormônio é o gatilho do desejo. A ciência ainda não desvendou como esse mecanismo funciona exatamente, mas há indícios de que a substância amplie a agressividade sexual e facilite a transmissão dos impulsos nervosos, o que aumenta a vontade de ter relações. Por isso, alguns dos novos medicamentos que prometem favorecer a libido delas levam testosterona na fórmula.

Caça ao desejo perdido

As drogas que prometem prazer para as mulheres.

• Flibanserina
Aumenta os níveis de dopamina e noradrenalina e baixa os de serotonina.
• Lybrido
Associa a testosterona com a sildenafila, mesma droga do Viagra.
• Lybridos
Tem buspirona, que ajuda a baixar o nível de serotonina, para reduzir a inibição.
• ORL101
É uma versão sintética da melatonina, hormônio associado ao sono e à libido.
• Bremelanotida
Ativa os receptores do hormônio melanocortina, cuja deficiência está ligada à queda da libido.
• Tefina
É um gel intranasal com uma dose baixa de testosterona.

Ejaculação precoce pode ter origem genética

Serotonina é o nome dela. A substância age como um neurotransmissor, fazendo o meio de campo entre as células nervosas e as de outras partes do corpo. Do pênis, por exemplo: durante a excitação, a serotonina prolonga o prazer, moderando o momento em que a cabeça de cima libera a ejaculação na de baixo. Se há excesso de serotonina, como acontece com quem toma antidepressivos, o efeito dela é calmante. A libido cai e fica difícil até mesmo ter uma ereção.

Se for o contrário, pouca serotonina circulando, os receptores absorvem rapidamente a substância disponível e, quando não tem mais, o corpo entende que acabou a festa. Por isso, alguns medicamentos para tratar a ejaculação precoce bloqueiam os receptores, outros aumentam a quantidade do neurotransmissor.

<strong>Se o problema acontece sempre e desde a primeira relação sexual, a culpa é dos seus neurônios.</strong>
Se o problema acontece sempre e desde a primeira relação sexual, a culpa é dos seus neurônios. Espaço Ilusório/Superinteressante

Se o problema acontece em todas as relações e desde o início da vida sexual, a causa pode ser genética, aponta um estudo da Universidade de Utrecht, na Holanda. Os pesquisadores analisaram 200 homens – 89 deles sempre tinham ejaculação precoce; os outros, apenas eventualmente ou depois de atingir certa idade. Os do primeiro grupo apresentaram uma variação genética que reduz a produção de serotonina, o que os fazia ejacular duas vezes mais rápido do que o restante dos avaliados.

Quando a questão aparece só de vez em quando, geralmente está ligada à ansiedade. Nesse caso, relaxar já surte efeito. Se não adiantar, terapia e medicação prescrita pelo médico, como um ansiolítico, tendem a dar conta do recado. Ah, posições sexuais em que a mulher fica por cima também ajudam, porque retardam a ejaculação.

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Viagra não é jujuba

Para quem não tem disfunção erétil e acha que remédio é balinha, “há o risco de se tornar psicologicamente dependente da droga”, diz a sexóloga Carla Cecarello. Ou seja, o hábito pode levar seu amigo a funcionar só na presença garantida da pílula azul.

O uso do comprimido também está associado a outro risco: o de deixar a animação tomar conta do momento e dispensar o uso da camisinha, principalmente entre os mais velhos, que cresceram sem o costume de vestir o melhor amigo. As estatísticas comprovam: em 2001, pessoas com mais de 50 anos de idade representavam 9,4% do total de casos novos de contaminação por HIV no Brasil. Em 2012, esse número pulou para 16,5%.

Cada cabeça uma sentença

Os formatos mais comuns de pênis.

Aperte o power

O clitóris é um parque de diversões. O problema é que, por ficar escondido no meio de um vale, nem todo mundo se dedica a conhecer todas as suas maravilhas.

• 8.000
É o número de terminações nervosas existentes no clitóris – o dobro do pênis.

• 15.000
É a quantidade de outras terminações nervosas afetadas com a estimulação clitoriana.

• 9 centímetros
É o comprimento que o clitóris pode atingir na parte interna da vagina. A parte exposta mede de 2,5 a 4,5 centímetros.

Ereção feminina
Durante a excitação, o clitóris pode aumentar em quatro vezes seu tamanho original.

• Poucas mulheres chegam ao orgasmo só com a penetração.
80%
– É a quantidade de mulheres que têm orgasmo com a autoestimulação.
70% – É a porcentagem de mulheres que nunca ou raramente têm orgasmo com a penetração.

Pelos, para que tê-los?

A depilação total pode diminuir a eficácia dos feromônios.

Pelos têm a função de proteger a pele e as mucosas – isso é fato. Mas, segundo a fisiologista Cibele Fabichak, autora do livro Sexo, Amor, Endorfinas & Bobagens, outros possíveis benefícios dos pelos pubianos e axilares são concentrar, manter, veicular e amplificar o efeito dos feromônios.

Ainda não se conhece bem o papel dessas substâncias no ser humano, mas esses aromas emitidos pelo corpo funcionam como uma comunicação não consciente entre indivíduos de uma mesma espécie, quase sempre ligada a sexo.

A depilação, portanto, diminuiria o poder de atração de homens e mulheres. Um forte indício da existência deles nos seres humanos é a sincronização dos ciclos menstruais de mulheres que convivem entre si. Já se sabe também que, quando ovula, a mulher produz uma substância chamada copulina, que é capaz de aumentar o nível de testosterona e o desejo nos homens.

O psicólogo Geofrey Miller, da Universidade do Novo México, nos Estados Unidos, achou um jeito de checar a ação dos feromônios. Ele comparou as gorjetas recebidas por strippers e concluiu que as que estavam em período fértil ganhavam 70 dólares por hora, enquanto as menstruadas recebiam 35 e as que não estavam em nenhum dos dois períodos embolsavam 50. Mas o estudo não incluiu dançarinas peludas para ver a reação do público. Na prática, continua valendo o gosto.

Seus seios têm três anos a mais do que você

É o que concluiu um estudo da Universidade da Califórnia. A forte ação dos hormônios na região pode ser a causa

Dá para determinar a idade de um organismo medindo a quantidade de hormônios, a composição da saliva ou o tamanho dos telômeros, a ponta dos cromossomos, que diminuem com o tempo. Mas outro método, estudado recentemente por cientistas da Universidade da Califórnia, consegue indicar o envelhecimento de cada parte do corpo separadamente: monitorar a metilação, reação química natural que altera o material genético ao longo dos anos.

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Depois de analisar 8 mil amostras de vários tipos de tecidos e células, os cientistas descobriram que algumas partes do corpo envelhecem em velocidades diferentes da cronológica. Os seios são os mais “velhos”, tendo de dois a três anos a mais. A explicação pode ser a ação dos hormônios femininos na região.

A beleza ao alcance de todos (que puderem pagar por ela).

O Brasil é o segundo país em realização de cirurgias plásticas, atrás apenas dos EUA. A lipoaspiração é a mais procurada.

Quem não nasceu com os melhores genes pode recorrer ao arsenal médico disponível hoje para fazer um upgrade na aparência. O Brasil é o segundo do mundo em número de cirurgias plásticas estéticas. Em 2011 (os dados mais recentes disponíveis) foram 905.124 intervenções.

Os Estados Unidos fizeram 1.094.146. A campeã de procura é a lipoaspiração. Logo em seguida vem o aumento das mamas, com implantes que podem variar de 125 a 1.100 mililitros. Os homens não ficam atrás na corrida pela beleza adquirida. Em 1994, eles representavam apenas 5% dos pacientes de cirurgias plásticas. Hoje, chegam a 20%. O aumento de vendas de silicone para peitoral foi de 87% entre 2010 e 2012.

Desde os anos 60, as próteses evoluíram muito: têm formas mais anatômicas e são mais seguras, já que são feitas com silicone altamente coesivo (não espalha em caso de rompimento). As cirurgias podem, de fato, melhorar a autoestima – o que, por si só, já melhora a vida sexual.

E há um caso em que as cirurgias têm inquestionavelmente ajudado pessoas a se realizar entre quatro paredes: a de mudança de sexo. Quase 900 transgenitalizações foram feitas só pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2012. “Pelo menos 200 das 900 pessoas que já operei durante a minha carreira estão casadas e felizes”, diz Jalma Jurado, professor emérito da Faculdade de Medicina de Jundiaí (SP).

Em busca da bunda perfeita

As brasileiras já levam vantagem no quesito bumbum avantajado, mas cada vez mais mulheres procuram os implantes de silicone para aumentar a área. Entre 2007 e 2011, o crescimento da procura foi de 367%. A maioria opta por próteses de 300 ml em cada glúteo.

A lipoescultura, implante de gordura retirada do corpo da paciente, e a bioplastia, injeções de PPMA (polimetimetacrilato, um derivado do petróleo) também são usadas para dar um up na região. Mas, no caso da segunda, há risco de encaroçamento, que dificilmente pode ser revertido.

Como aumentar o bumbum em três passos

1 • O cirurgião faz um corte de 5 a 7 centímetros no cofrinho.
2 • Depois, descola os músculos para inserir o silicone entre eles, ou dentro de um deles ou ainda sob a membrana que o recobre.
3 • A incisão é suturada e o paciente está liberado em 24 horas. A recuperação total leva três meses.

O homem das 400 vulvas

Durante cinco anos, o artista plástico britânico Jamie McCartney se dedicou a fazer moldes de gesso da vulva de mulheres entre 18 e 76 anos. O resultado: 400 modelos diferentes, reunidos no livro The Great Wall of Vagina e expostos pela primeira vez em 2011, na Inglaterra.

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Jamie McCartney/Reprodução

Mais do que um trabalho artístico, a obra de McCartney tornou evidente que existe uma variedade de formas dos genitais femininos. Ou seja, não há padrão ou normalidade. Mesmo assim, muitas não estão satisfeitas com a que têm. Em 2011, 9 mil brasileiras se submeteram a cirurgias estéticas para reduzir os pequenos lábios, chamadas ninfoplastia.

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Tem para todos os gostos e formatos

Existem vários tipos de próteses de silicone para os seios, que se adaptam melhor a cada paciente dependendo do tamanho de peito já existente, da elasticidade da pele e do objetivo desejado. O prazo médio de validade é de dez anos.

Formatos
Redondo; em gota (A), também chamado de anatômico; ou cônico (B), em geral escolhido por mulheres mais velhas, por levantar a mama.

• Perfis
Baixo (C), mais usado em reconstrução das mamas; moderado; alto, preferido das mulheres jovens, porque levanta o colo; e superalto.

• Superfícies
Lisa, texturizada ou revestida com espuma de poliuretano. As duas últimas são mais indicadas, por reduzirem o grau de contratura capsular, que é a contração do tecido que envolve o implante, causando o endurecimento dele. A contratura acontece em até 6% das cirurgias feitas e pode levar a uma nova cirurgia, para substituição do implante.

• Preenchimentos
Gel de silicone altamente coesivo, que não migra para outras partes do corpo em caso de ruptura da prótese, ou solução salina, pouco usada no Brasil.

Tesãometro

O corpo humano inteiro tem potencial erótico, porque a pele e as mucosas tratam de enviar aos neurônios as informações recebidas por meio de beijos, carinhos, lambidas. São as deixas para o cérebro disparar a produção de dopamina, o hormônio do prazer.

• Cérebro
O córtex sensorial e o sistema límbico processam os estímulos sexuais, como o toque e o cheiro. Depois, emitem ordens ao resto do sistema nervoso, gerando respostas psíquicas, como o prazer, e corporais, como taquicardia, respiração ofegante e aumento da pressão arterial.

• Boca e lábios
O beijo aciona cinco dos 12 pares de nervos que temos no crânio, mobiliza 146 músculos no corpo todo e produz boa dose de ocitocina, o hormônio da conexão amorosa.

• Mamilos
A excitação libera adrenalina e faz a camada de fibras musculares abaixo dos mamilos se contrair.

• Nervos sensoriais
Eles levam a informação das partes periféricas para o sistema nervoso central, dando início a reflexos e ao envio de sangue para os genitais.

• Pele
A pressão, o toque ou o atrito nas áreas erógenas são percebidos por receptores sensoriais localizados na pele, mucosa e tecido subcutâneo – e então eles emitem um sinal elétrico. O impulso viaja pelas fibras nervosas até o cérebro.

• Nuca
Para as mulheres, carinhos na nuca são mais excitantes do que nos seios e nos mamilos.

• Órgãos genitais
Generosamente irrigados de sangue, o clitóris e o pênis ficam latentes com a excitação. As glândulas liberam uma substância que lubrifica a vagina e facilita a penetração.

PERGUNTAS & RESPOSTAS

Dá mesmo para aumentar o tamanho do pênis?
Sim, mas as cirurgias disponíveis ainda são consideradas experimentais e realizadas apenas em casos extremos. Por exemplo, para quem tem micropênis, com cerca de 7,5 centímetros ereto. As técnicas passam longe das propostas de sucção, tração e outras apresentadas como milagrosas na internet.

A mais comum é a secção cirúrgica do ligamento suspensor do pênis, que o prende ao púbis, e eventualmente a colocação de uma prótese sintética na base do órgão para empurrá-lo para baixo. Dá para ganhar pouco mais de 1 centímetro com o procedimento, mas há o risco de, na ereção, o pênis apontar para baixo, e não para cima.

Outras possibilidades podem fazer o amigão ali embaixo parecer maior. Uma delas é a lipoaspiração do púbis – que é a redução da quantidade de gordura naquela região. A técnica dá ao menos a impressão de que o pênis está maior. Também é possível fazer a aplicação de botox.

O uso da toxina botulínica foi desenvolvido por pesquisadores da Universidade do Cairo, no Egito, para relaxar o músculo sob a pele que recobre o escroto e que se contrai em situações de baixa temperatura, estresse ou de inibição. Assim, ele fica maiorzinho até mesmo sob um frio siberiano. A aplicação tem que ser refeita a cada seis meses. E, claro, tem efeito apenas sobre o pênis flácido. No Brasil, a técnica ainda não foi aprovada para uso pela Anvisa.

Um adendo: a preocupação com o tamanho tem fundamento – e acomete até quem leva vantagem. “Já fui procurado por um que queria aumentar o órgão, que media 19 centímetros quando ereto”, diz o cirurgião Jalma Jurado. Existem quatro espécies de grandes macacos no mundo: chimpanzé, gorila, orangotango e o Homo Sapiens.

De longe, quem tem o maior pênis entre eles é o homem (os chimpanzés chegam a 7 centímetros, os gorilas, 5, e os orangotangos, 4). Significa alguma coisa. Ao longo da história, as fêmeas dos nossos ancestrais escolheram os machos com os órgãos maiores. A paranoia masculina com o tamanho do pênis, em última instância, é “culpa” das mulheres. E dá para dizer que, evolutivamente, elas fizeram um bom trabalho.

Dá para manter a ereção por mais tempo sem o uso de remédios?

Sim, com algumas técnicas usadas para retardar a ejaculação. Como estas três aqui:
1 • Contraia por dois segundos os músculos pélvicos, que ficam dois dedos para trás dos testículos. Solte e repita 20 vezes. Faça três sessões por dia.
2 • Esta é para fazer durante o sexo. Quando perceber que a ejaculação está chegando, pense em algo que desestimule a excitação.
3 • Reduza ou pare os movimentos de vaivém dos quadris quando sentir que não vai dar para segurar. Retome quando voltar ao controle da situação.

Mulheres também conseguem ter ereção?

Pode-se dizer que sim. Aquela parte visível do clitóris é só a ponta do iceberg: a glande, que fica recoberta por uma pele, o prepúcio. Mas a estrutura é formada por dois corpos cavernosos que se estendem internamente no corpo da mulher, para os lados.

Esses tecidos e também o dos bulbos vestibulares, que ficam ao redor da vulva, são eréteis. Durante a excitação, o sangue migra para essas partes, fazendo com que inchem e endureçam, como acontece com o pênis. Afinal, até a sexta semana de gestação, somos todos iguais: os genitais do feto nessa fase são idênticos em ambos os sexos.

Se eu me arrepender e quiser tirar o silicone, pode dar algum problema?

Sim. Quando se insere o silicone, a pele sofre uma expansão – a ação da gravidade ajuda nessa distensão. Quem tem menos elasticidade pode ficar com mais flacidez. Além da qualidade da pele, o que determina o resultado é o tempo de uso da prótese: quanto mais anos, maior deve ser o despencamento.

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Para quem se arrependeu, há dois caminhos. Um deles é trocar por um implante menor, como fez a cantora Anitta. Ela declarou recentemente que tinha problemas de postura e dor nas costas. O outro é retirar, como fez Victoria Beckham, que admitiu ter voltado à sua antiga forma. Se exis­­tir sobra de pele, o procedimento é o mesmo do realizado para a redução de mamas. O cirurgião corta o excesso e remodela o restante, restabelecendo as formas.



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