Pequenas cirurgias plásticas são alternativas para quem deseja pós operatório rápido

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Toda cirurgia plástica, independente do grau de complexidade, sempre gera uma série de dúvidas, principalmente, com relação a recuperação e o pós-operatório. Mas, o que poucas pessoas sabem é que existe uma variedade de procedimentos, dentre eles, as pequenas cirurgias. Essas intervenções estéticas, na maioria dos casos, são realizadas com anestesia local, sem necessidade de internação e de rápida recuperação.

As pequenas cirurgias plásticas mais comuns, envolvem procedimentos que retiram lesões da pele ou de tecidos mais profundos, deixando cicatrizes com o melhor aspecto possível. Em algumas lesões maiores, enxertos de retalhos de pele também podem ser realizados. Também é classificado nessa variedade de procedimentos cirúrgicos as retiradas de pintas, verrugas, cistos e até retirada de certos tipos de câncer de pele.

Além desses procedimentos, a otoplastia, cirurgia plástica para indicar a correção das mais conhecidas ‘orelhas de abano’; e a alectomia, intervenção que tem o propósito de diminuir as abas nas laterais do nariz para corrigir assimetrias, também estão no grupo das pequenas cirurgias. Ambos procedimentos não precisam de internação e os pacientes apresentam uma rápida recuperação no pós-operatório.

O cirurgião plástico William Machado comenta que apesar dessas cirurgias serem consideradas pequenas, os pacientes precisam se planejar e estar atentos quanto a escolha do profissional que realizará esses procedimentos. “Enxertos de pele, retiradas de verrugas, otoplastia e as demais cirurgias pequenas são relativamente simples de serem realizadas. Contudo, os pacientes precisam escolher bem o profissional que irá conduzir essas intervenções estéticas. Qualquer outro profissional que não seja habilitado, poderá tornar esses procedimentos pequenos e simples, em grandes problemas. Sempre procurar um cirurgião membro e certificado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP)”, disse o especialista.

William também destaca a importância dos protocolos de segurança, sobretudo nesse período de pandemia, que mais do que nunca precisam ser adotados de forma vigorosa. “Qualquer intervenção estética precisa de altos padrões de segurança para o paciente, para evitar futuras complicações. Nesse período de pandemia asseveramos muito mais os procedimentos de higienização para acompanhamento no pré e pós-operatório, a fim de evitar qualquer foco de contaminação. Então desde as primeiras consultas os pacientes são obrigados a utilizarem máscaras e álcool em gel, respeitar o distanciamento social e todos os objetos utilizados nas cirurgias passam por esterilizações redobradas”, finaliza o cirurgião plástico.


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Com informações da Ascom




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