PF diz que um dos envolvidos na morte de homem negro não tinha registro de segurança; o outro será suspenso | Rio Grande do Sul

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    Um dos seguranças preso pela morte do homem negro João Alberto Silveira Freitas, na noite de quinta-feira (19), em um supermercado do Carrefour, em Porto Alegre, não possuía o registro nacional para atuar na profissão, conforme a Polícia Federal.

    Os nomes dos seguranças presos foram confirmados pela Polícia Civil. São Magno Braz Borges, e Giovane Gaspar da Silva. A PF não informa, no entanto, qual dos dois não tinha a carteira da profissão.

    O advogado de Magno Braz, William Vacari Freitas, disse que não vai se posicionar sobre o caso, no momento.

    O outro segurança tinha o documento registrado, que será suspenso. João Alberto foi espancado pelos dois, após um desentendimento. A PF não esclarece, no entanto, qual dos dois não tinha a Carteira Nacional de Vigilante.

    A PF ainda confirma que a empresa de segurança responsável pelo supermercado tem cadastro regular e foi fiscalizada recentemente.

    Confira a nota na íntegra

    Porto Alegre/RS: em relação ao episódio ocorrido nessa quinta-feira (19/11), em que um homem foi agredido e veio a óbito em um supermercado de Porto Alegre, a Polícia Federal, em relação a atividade de fiscalização de empresas de segurança privada, informa:

    1.A empesa de segurança citada em matérias jornalísticas possui cadastro regular na Polícia Federal e foi fiscalizada em 28 de agosto de 2020 (fiscalização anual ordinária), não tendo sido identificadas irregularidades em seu funcionamento.

    2.Um dos homens envolvidos nas agressões é vigilante profissional, com Carteira Nacional de Vigilante (autorizado a abordagem ativa de contenção), porém, não há registro na Polícia Federal de seu vínculo profissional com a empresa contratante. A Carteira Nacional de Vigilante, documento expedido pela Polícia Federal, será suspensa.

    3.O segundo homem envolvido na ocorrência não possui Carteira Nacional de Vigilante.

    4.Em virtude do episódio, será feita fiscalização extraordinária na empresa pela Polícia Federal.

    5.Caso confirmadas as irregularidades, a Polícia Federal poderá autuar e empresa e suspender a autorização de funcionamento.

    MORTE DE HOMEM NEGRO EM SUPERMERCADO DE PORTO ALEGRE



    Fonte



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