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31 Jul 2021

Fonte: Assessoria Destaques


Cirurgia plástica na pandemia

Por anos o Brasil esteve na lista de países que mais realizaram cirurgias plásticas internacionalmente. Em 2019, contudo, a ISAPS – Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética divulgou uma pesquisa em que situava o Brasil no primeiro lugar desta lista mundial. 

Só em 2018 foram registrados mais de 1 milhão de cirurgias plásticas em território nacional e 969 mil procedimentos estéticos considerados não cirúrgicos.

O ranking atual de procedimentos cirúrgicos mais realizados no Brasil e que focam em alterações estéticas são: aumento de mama, lipoaspiração, correção nas pálpebras (blefaroplastia), rinoplastia e abdominoplastia. 

Estima-se que uma a cada 40 brasileiras entre 15 e 60 anos já realizou alguma cirurgia plástica ao longo da vida. 

Ainda de acordo com a pesquisa realizada pela ISAPS, dentre os procedimentos realizados mundialmente, o Brasil corresponde a 13,1% da totalidade de cirurgias.

No levantamento divulgado foi perceptível o aumento de 30% da procura por cirurgias plásticas na pandemia. 

Acredita-se que este aumento esteja relacionado a uma demanda reprimida por procedimentos estéticos que, antes da necessidade de trabalho no regime home office, não era viável para homens e mulheres de todo o país. 

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Além disso, o fato de todos terem mais tempo para observar seus próprios corpos em casa fez com que o desejo de pequenos ou grandes retoques estéticos surgissem com mais facilidade.

Entenda como funcionam os cuidados para as cirurgias plásticas realizadas na pandemia, quais são as principais recomendações para o pré/pós-operatório das cirurgias mais realizadas pelos brasileiros logo abaixo.

Principais recomendações para a realização de cirurgias plásticas

A pandemia da Covid-19 trouxe à tona uma série de preocupações a respeito das recomendações do pré e do pós-operatório de pacientes que optaram por realizar procedimentos cirúrgicos durante esta crise mais que sanitária. 

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Estas indicações podem ser classificadas em três grupos de precauções. Conheça melhor sobre cada um deles a seguir:

1. Escolha do hospital

Você sabia que existe uma certificação hospitalar chamada “Covid Free”? Este título é oferecido pelo Instituto Brasileiro para Excelência em Saúde, o IBES, e só pode ser entregue a instituições que tenham passado pelas análises criteriosas do Comitê Científico do IBES. 

Nesta avaliação é identificado o cumprimento de medidas como distanciamento, higiene, limpeza, equipamentos de proteção, comunicação e monitoramento de planos de emergência. 

Com isso, o hospital reconhecido como “Covid Free” possui no seu dia a dia de trabalho protocolos e práticas preventivas e de enfrentamento ao coronavírus. 

Tudo isso, de acordo com os parâmetros estabelecidos tanto pela Organização Mundial de Saúde quanto pelo Instituto Brasileiro para Excelência em Saúde, atestando a sua segurança na realização de procedimentos.

2. Controle de exposição ao vírus

A recomendação é que haja um isolamento social mais restrito ao menos duas semanas antes da realização da cirurgia plástica. 

Evitar aglomerações, exposições e contato direto com pessoas gripadas é essencial para prevenir o contágio de Covid-19. E se faz necessário informar o médico escolhido caso não seja possível isolar-se semanas antes do procedimento.

Deve-se levar em conta não apenas a vida individual em si, mas de todos os envolvidos, seja pelo trajeto, participação ativa na cirurgia e demais pessoas com as quais todos convivem ou tenham contato direto.

A intensificação dos cuidados é crucial para que haja um menor perigo de contaminação, complicação e contágio durante a cirurgia. Lave as mãos com água e sabão com frequência, utilize álcool em gel 70% e mantenha o distanciamento social. 

Lembrando que esta recomendação é ainda mais indicada para pacientes que possuem imunidade baixa.

3. Testagem e cuidados

O teste RT-PCR é o mais indicado e confiável para a identificação do coronavírus no organismo tanto do paciente quanto do cirurgião e equipe médica.

É indicado que o RT-PCR seja feito ao menos 7 dias antes da data marcada para a cirurgia plástica e, depois disso, o paciente precisa manter-se afastado socialmente. 

Este tipo de cuidado garante não apenas a saúde do paciente que optou por fazer procedimentos estéticos na pandemia, mas, também, a toda a equipe médica escolhida. 

Pacientes que possuam comorbidades como hipertensão arterial ou obesidade, por exemplo, necessitam de atenção redobrada aos cuidados indicados pelo cirurgião escolhido.

4. Pós-operatório

Existem alguns cuidados específicos de pós-operatório que são considerados universais, além daquelas recomendações específicas para cada cirurgia plástica.

Além do que foi indicado e se relaciona diretamente com a pandemia do covid-19, procedimentos como a rinoplastia, a lipoaspiração, o aumento de mama e a blefaroplastia, por exemplo, demandam alguns cuidados gerais:

  • Alimentação: após a realização de uma cirurgia plástica, o organismo precisa de uma oferta ainda maior de nutrientes e vitaminas para voltar ao seu funcionamento natural. 

Muitas vezes o cirurgião pode até mesmo receitar uma dieta específica para o auxílio desta retomada. No geral, alimentos leves, saudáveis, com baixo teor de açúcar e pouca gordura são os mais recomendados para os momentos após a cirurgia.

  • Higiene e cuidados pessoais: a limpeza, os cuidados e a higiene são cruciais para evitar consequências negativas à saúde do paciente, além de garantir um melhor resultado dos procedimentos realizados. 

Observar os curativos e cicatrizes diariamente, esterilizar as mãos com álcool 70% antes de tocar na incisão e estar atento aos possíveis sinais de inflamação são essenciais para uma boa recuperação cirúrgica.

  • Descanso: cada cirurgia possui um tempo determinado para o repouso total ou parcial do paciente. 

Contudo, separar alguns dias do pós-cirúrgico para ficar sem realizar grandes esforços físicos é recomendado para qualquer intervenção cirúrgica ou não cirúrgica. 

É importante encontrar um equilíbrio entre pequenas movimentações diárias para estimular a circulação sanguínea, por exemplo. 

Portanto, os procedimentos cirúrgicos estéticos têm ocorrido, mas, como na maioria das áreas, respeitando novos protocolos para que tudo corra o mais seguro e tranquilo possível. 



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