Presente em hospitais de alta complexidade da Dasa, cirurgia robótica revoluciona cuidados com a saúde | DASA

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A tecnologia é uma aliada cada vez mais importante na vida das pessoas, seja em atividades rotineiras ou momentos mais delicados e complexos, como tratamentos de saúde. E nessa área, a cirurgia robótica chegou para revolucionar os cuidados assistenciais. Considerada a mais moderna e inovadora tecnologia cirúrgica da atualidade, a plataforma robótica está presente nos principais hospitais de alta complexidade do mundo.

Maior rede de saúde integrada do país, a Dasa oferece a tecnologia em quatro hospitais de ponta. O Hospital Nove de Julho, em São Paulo, foi o pioneiro da rede: adquiriu o primeiro de seus dois robôs em 2012. O São Lucas Copacabana, no Rio de Janeiro, conta com a tecnologia desde 2017 e recebeu este ano o segundo robô (plataforma mais moderna no país), enquanto o Hospital Brasília, no Distrito Federal, oferece a cirurgia robótica desde 2018 e, este ano de 2021, ultrapassou a marca de 1000 cirurgias robóticas

O quarto é o Complexo Hospitalar de Niterói (CHN), que se juntou a eles no início de agosto, quando inaugurou o Serviço de Cirurgia Robótica após a modernização do centro cirúrgico e parque tecnológico.

O CHN é o primeiro da região Norte-Leste Fluminense a oferecer cirurgias robóticas e, a exemplo dos demais, contar com o equipamento para oferecer tratamentos mais seguros e menos invasivos em diferentes especialidades, como urologia, oncologia, cirurgia geral e ginecologia.

Com a plataforma, procedimentos como cirurgias bariátricas, urológicas, ginecológicas e do aparelho digestivo se tornam ainda mais seguros, com benefícios para médicos e pacientes.

Treinamento médico para a realização das cirurgias

A chegada dos robôs significou um marco e fez com que as instituições atingissem outro patamar. Além de realizar procedimentos, os hospitais oferecem programas de treinamento, o que também é um grande diferencial.

Conforme relata o onco-urologista e cirurgião robótico Rafael Coelho, responsável pela implantação da cirurgia no Hospital Nove de Julho, o treinamento era inicialmente restrito aos profissionais da instituição. Hoje, o curso tornou-se uma capacitação que recebe médicos de todo o país – o próximo, previsto para janeiro, já tem fila de espera.

“Elevou o nível de atendimento e até a percepção que as pessoas têm do hospital por conta desse pioneirismo na cirurgia robótica. E o curso foi uma iniciativa que tivemos para transferir essa experiência de 10 anos de cirurgia robótica no Nove de Julho para outros médicos do país”, destaca Coelho.

No Hospital São Lucas Copacabana, a percepção foi a mesma. Quatro anos depois da chegada do primeiro robô, a instituição acaba de adquirir um novo modelo (Da Vinci Xi). O centro de ensino e treinamento do hospital virou referência em capacitação de novos cirurgiões, reconhecido pelo Colégio Brasileiro de Cirurgiões.

“O hospital subiu muito a régua em todos os sentidos, não só no número de cirurgiões treinados, como também na complexidade técnica das cirurgias, mantendo o alto padrão de assistência e atendimento”, considera o cirurgião-geral Fernando de Barros, coordenador do Programa de Cirurgia Robótica no São Lucas Copacabana.

No Hospital Brasília, quem acompanhou tudo foi o urologista e cirurgião robótico Fransber Rodrigues. O treinamento, segundo ele, é resultado de muito amadurecimento.

“O Hospital Brasília está nessa há um ano e meio. É o único programa de treinamento bem estruturado em todas as suas fases no Centro-Oeste. Isso envolve não só treinamento médico, mas de toda uma cadeia”, explica Rodrigues.

Embora a robótica tenha diversos benefícios para os médicos, Fransber Rodrigues salienta o impacto da tecnologia para os pacientes, da cirurgia ao pós-operatório.

“A gente percebe um pós-operatório muito melhor, um resultado intraoperatório de menor sangramento, menor tempo de cirurgia, cirurgia mais precisa, mais anatômica. Nós não temos nenhuma dúvida de que isso se transformou em benefício para o paciente”, destaca.

O industrial Jairo Soares, de 64 anos, passou pela experiência após descobrir um câncer de próstata, há pouco mais de cinco anos. Desde o princípio, ele optou pela cirurgia robótica, realizada pelo médico Rafael Coelho, no Nove de Julho.

“Optei pela robótica pela precisão e visualização em altíssima escala. Se fosse (cirurgia) tradicional, a chance de ter sequelas importantes seria grande, enquanto na robótica é o inverso”, explica Soares.

Curado, ele não tem dúvidas de que fez a melhor escolha, especialmente por não ter qualquer tipo de sequela – problemas como impotência e incontinência costumam ser as principais preocupações dos pacientes que passaram por essa cirurgia.

“É imprescindível, no que se refere à saúde, utilizar a boa tecnologia. Não tive nenhuma sequela. A experiência do médico, aliada à precisão da tecnologia, traz uma somatória de sucesso”, constata Soares, que também destaca a rápida recuperação.

Sistema avançado e habilidade do cirurgião

Soares não teve dúvidas quanto ao tipo de cirurgia, mas a técnica ainda causa receio em alguns pacientes, especialmente por se tratar do uso de um robô. Acostumado a esse tipo de questionamento, Fernando de Barros é claro:

“Na cirurgia robótica, quem faz a cirurgia não é o robô, é o cirurgião. O que o robô faz, na verdade, é uma interface entre o cirurgião e o paciente. Ele transmite nossos movimentos de maneira muito mais precisa”, explica.

Segundo Felipe Lott, coordenador do Serviço de Cirurgia Robótica do CHN, os braços robóticos oferecem graus de precisão e liberdade de movimento muito maiores se comparados técnica cirúrgica tradicional de laparoscopia. “O método robótico dá mais segurança e exatidão, mas o robô não substitui as mãos habilidosas dos cirurgiões, pelo contrário, agrega e potencializa o conhecimento que eles já têm”, afirma.

Nos quatro hospitais, os robôs (e os médicos) não param. São mais de 50 cirurgias por mês, em média, no São Lucas Copacabana e no Brasília, enquanto o Nove de Julho, que até julho de 2021 era o único a ter dois robôs, a média/mês passa de 100.

São cirurgias complexas que podem ser feitas por meio de pequenas incisões e com muita precisão: a imagem dos órgãos, por exemplo, é magnificada em torno de 15 vezes, tem alta definição e é tridimensional. De um console, o médico guia os braços do robô, que têm pinças que replicam os movimentos do especialista.

Entre os procedimentos realizados, a gastroplastia robótica (bariátrica) e a prostatectomia são os mais comuns, mas o leque é muito mais amplo. Os transplantes estão entre os mais complexos e já fazem parte da realidade dos hospitais da Dasa. Em 2019, foi no Hospital Brasília o primeiro transplante renal por cirurgia robótica feito por uma equipe da América Latina.

Na cirurgia robótica, especialista guia os braços do robô de um console — Foto: Divulgação

Segura e confiável, a cirurgia robótica oferece benefícios para pacientes e médicos. Confira os principais:

Visualização em 3D, com aumento da região operada em até 15 vezes

Sistema que identifica as partes mais vascularizadas

Melhor acesso às estruturas do corpo e maior precisão cirúrgica

Maior amplitude de movimento e maior destreza na realização de tarefas

Menos riscos relacionados a grandes incisões (infecções, hérnias)

Menos tempo no Centro Cirúrgico

Menos dor no pós-operatório

Menos tempo de internação e recuperação mais ágil



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