Queimadas criminosas em áreas urbanas de Macapá destroem mata nativa e ameaçam espécies | Amapá

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    Mesmo com a proibição de queimadas por decreto, outros hábitos como tacar fogo em lixo no quintal de casa e jogar bitucas de cigarro em áreas de mata, têm elevado os casos de incêndios em áreas de mata em Macapá, muitos deles nas proximidades da área urbana e rodovias.

    As imagens de fogo e fumaça foram registradas no último fim de semana na região da Lagoa dos Índios, na Zona Oeste, chamaram a atenção do Corpo de Bombeiros.

    Com a propagação das chamas e a dificuldade do acesso, a corporação precisou acionar o Grupo Tático Aéreo (GTA) para auxiliar no combate às chamas, que atingiram uma área de 3 quilômetros quadrados da região.

    A queimada de vegetação nativa normalmente é usada em área de pasto por pequenos produtores, mas na região não há a criação de gado. A suspeita é que os incêndios tenham sido feitos para a caça de algumas espécies e que sejam criminosos.

    Focos de incêndio são registrados em áreas urbanas e rurais no AP e elevam o alerta

    A Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) diz que que fiscaliza a área, mas que há dificuldade em identificar os responsáveis.

    Fazer queimadas em áreas com vegetação nativa sem licença ambiental é proibido e o responsável pode ser punido administrativamente e até criminalmente dependendo da extensão da queimada. A multa pode variar de R$ 5 mil a R$ 50 mil e o infrator ainda pode receber uma pena de 4 anos de prisão.

    Em julho o governo federal publicou um decreto que proíbe qualquer tipo de queimada em vegetação nativa até o mês de novembro.

    Corpo de Bombeiros combate queimada em Macapá — Foto: Jorge Júnior/Rede Amazônica

    ASSISTA abaixo o que foi destaque no AP:



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