Redução das mamas está entre as cirurgias mais procuradas pelos homens

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Cirurgião comenta as cinco recomendações mais importantes para o pós-operatório

A ginecomastia é o aumento das mamas em homens, que ocorre, principalmente, pelo aumento da glândula mamária, que pode estar associado ou não ao acúmulo de gordura. O diagnóstico é clínico, mas, muitas vezes, é necessário realizar exames complementares para identificar a causa da ginecomastia.

O tratamento cirúrgico consiste na ressecção do excesso de glândula mamária, lipoaspiração da gordura, e ou ressecção do excesso de pele, devolvendo a sensação de bem-estar e o resgate da autoestima masculina.

Os cuidados após a cirurgia de ginecomastia devem ser levados a sério, para que o paciente tenha o melhor resultado possível. O Dr. Fernando Amato, cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) aponta cinco dicas que considera fundamentais durante o período pós-operatório:

  • Utilize cinta pós-cirúrgica/modeladora conforme orientado.
  • Faça repouso nos primeiros dias, sem elevar os braços. Não pode ter esforço físico, mas caminhadas são bem-vindas e devem ser estimuladas.
  • Beba bastante água, prefira frutas e legumes, evite alimentos gordurosos, frituras e alimentos industrializados.
  • Respeite as orientações sobre os medicamentos. Utilize os analgésicos, antinflamatórios e antibióticos exatamente como na prescrição indicada pelo médico.
  • Não se exponha ao sol enquanto houver inchaços e equimose (roxos), que podem prejudicar a cicatrização.

“Geralmente, após a cirurgia de ginecomastia, indico o uso de malhas elásticas para comprimir e evitar a formação de líquidos no início e depois para modelar a área operada durante os primeiros 30 a 60 dias, dependendo de cada caso”, explica Dr. Amato.

A avaliação para o retorno às atividades físicas deve ser individualizada e só será liberada a prática após os retornos com o cirurgião plástico. “Uma vez liberados, os exercícios devem ser progressivos, começando com baixo impacto e baixa intensidade. Para áreas do peito, ombro e costas, a musculação normalmente só poderá ser realizada após dois meses da data da cirurgia, mas sempre deve ser individualizada”, recomenda Dr. Fernando Amato.



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