Saiba o que você deve evitar ao fazer harmonização facial – Beleza

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Divulgação

A dermatologista Simone Stringhini dá dicas sobre o que evitar na hora de fazer a harmonização facial

A harmonização facial é um procedimento estético que busca ressaltar a beleza das pessoas que já conquistou diversos famosos, como a youtuber e ex-BBB 20,  Bianca Andrade
e a cantora  Gretchen
. Porém, recentemente vieram à tona notícias de pessoas que ficaram insatisfeitas com o procedimento, como o cantor Lucas Lucco, que começou a reverter o processo
.

Segundo a dermatologista Simone Stringhini, isso acontece quando o profissional não segue o formato e as características naturais da pessoa e acaba por padronizar o procedimento. “Além disso, às vezes, o profissional também exagera na quantidade de produto, podendo causar o efeito conhecido como “pillow face”, que é o aspecto de inchaço da face”. 

Pensando nisso, a médica listou os erros mais comuns na hora de fazer harmonização facial que mais podem trazer insatisfação. Confira.

Decidir fazer o procedimento porque é moda

Fazer qualquer procedimento porque está na moda e não por algo específico que incomode é um grande problema. Além do custo elevado, a harmonização facil tem seus riscos, como qualquer procedimento. “É importante pensar bem antes de fazer o procedimento que deve ser motivado por algum incomodo pessoal que já exista, assim, mesmo que a moda mude, continuará satisfeita com a mudança”, diz a médica.

2-Não respeitar as características naturais do rosto

O padrão de beleza atual se baseia em traços mais marcados no rosto, como a mandíbula e os lábios mais volumosos. Com isso, muitas pessoas acabam fazendo a harmonização facial para tentar se encaixar, sem saber se as características suas naturais combinam com esses traços. Nesses casos, o resultado pode acabar frustrando as expectativas e a pessoa pode acabar perdendo essas características e não se reconhecer.

Fazer harmonização e não cuidar da pele depois

A prática de  skincare
está super em alta, mas é importante entender que não adianta tentar rejuvenescer a pele com procedimentos estéticos pontuais e não manter os cuidados. “O procedimento é muito importante, mas deve ser mantido por meio de cuidados diários e de outros tratamentos, que vão ajudar na saúde da pele e, consequentemente, na prevenção do envelhecimento”, diz Stringhini.

A dermatologista frisa que harmonização facial não trata manchas, não estimula colágeno, não melhora qualidade e textura da pele e não tem efeito lifting. Portanto, é preciso continuar se cuidando e associar outros tratamentos para cuidar desses aspectos.

Esquecer de pesquisar sobre o profissional antes de fazer o procedimento

Conforme explica a dermatologista, há riscos em fazer a harmonização facial com profissionais que não são médicos. “Os médicos são treinados para saber proceder em caso de alguma intercorrência e tem o conhecimento técnico e científico para interceder e reverter qualquer intercorrência”, diz.

A médica explica que todo procedimento, mesmo que minimamente invasivo, apresenta riscos e por isso é importante realizá-lo com um médico, que é capaz de identificar, fazer o diagnóstico e resolver qualquer problema  que possa vir a acontecer em decorrência do procedimento.

Usar produtos definitivos

Existem alguns produtos que podem ser utilizados para preenchimentos no tratamento da Harmonização Facial. O mais seguro e recomendado é que se utilize o Ácido Hialurônico
, pois essa é uma substância temporária. Ou seja, aos poucos ela é reabsorvida pelo organismo e, por isso, é mais segura, ao contrário do PMMA
, que também pode ser utilizado mas não é absorvido e, portanto, não pode ser revertido.

“O PMMA era muito usado há alguns anos mas, hoje em dia, poucos profissionais ainda o utilizam, por conta dos riscos. Também percebeu-se que, a longo prazo, essa substância pode formar granulomas no rosto, que parecem nódulos e são difíceis de remover, porser um material permanente”, explica.

Usar muito produto ou volumizar demais

“Alguns profissionais acreditam que os procedimentos se baseiam apenas em preencher os sulcos do rosto, mas os estudos dermatológicos mais recentes mostram que não é necessário volumizar tanto para ter um bom resultado, pelo contrário”, diz Stringhini.

A médica diz que há muita flacidez, o melhor tratamento é  um uso combinado de procedimentos, como lasers, bioestimuladores de colágeno e preenchimento em alguns pontos específicos. 

“Exagerar na quantidade de produtos traz como efeito o chamado “Pillow Face”, que é o rosto inchado e o aspecto artificial. Além disso, a grande quantidade de produto injetado aumenta os riscos de infecção e outras complicações”, finaliza.



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