Tecnologias desenvolvidas no Brasil se destacam na área da estética

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O mercado da estética é um dos setores em constante evolução. Isso porque a demanda por procedimentos na área está cada vez maior. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), as vendas no setor tiveram acréscimo de 5,7% no primeiro quadrimestre de 2021 em comparação com o mesmo período de 2020.

Essa rápida evolução acompanha a chegada de tratamentos cada vez mais tecnológicos, eficientes e com propostas de resultados imediatos. O Brasil, segundo a ABIHPEC e o Instituto FSB Pesquisa, é o terceiro maior mercado de estética do mundo e vem apresentando ao longo dos anos inovações que se destacam dentro da área.

Atualmente, as tecnologias desenvolvidas no Brasil possibilitam uma grande amplitude na estética. Novos protocolos de depilação definitiva, procedimentos que auxiliam no tratamento de principais queixas do corpo e terapias combinadas capazes de potencializar os resultados de tratamentos tradicionais na área são alguns dos destaques.

A busca por uma pele livre de pelos tem mostrado avanços. Os protocolos de depilação definitiva são alguns dos mais procurados nas clínicas de estética. O primeiro aparelho de depilação a LED no Brasil, chamado Holonyak, visa atender diversos tons de pele, inclusive os de fototipos mais altos.

Nos procedimentos de depilação definitiva convencionais, como os feitos a laser, por exemplo, a remoção dos pelos se dá pela luz emitida através do aparelho. No entanto, por se tratar de uma luz quente, o tratamento pode ser doloroso para pessoas com peles mais sensíveis, sendo ainda não indicado, dependendo do aparelho, para pessoas de pele negra ou morena.

A tecnologia desenvolvida no Brasil propõe a democratização do procedimento estético e promete auxiliar também no tratamento contra foliculites – pequenas infecções nos bulbos capilares.

Além da depilação definitiva, os protocolos de estética corporal também apresentaram inovações tecnológicas nos últimos anos para tratar as principais queixas dos pacientes, como gordura localizada, flacidez, celulites e estrias, por exemplo.

A partir de estudos desenvolvidos no Brasil, o setor da estética encontrou a possibilidade de unir a radiofrequência com criogenia para ampliar os protocolos de atendimento corporal. O aparelho denominado Andrus é indicado para diferentes tipos de tratamentos e propõe resultados imediatos a partir da primeira sessão. Aliada à ciência, a inovação teve comprovação em artigos científicos que explicitam análises histológicas sobre o processo de resfriamento proporcionado pelo aparelho.

Outra inovação no setor é a terapia híbrida presente no aparelho Hybrius. A tecnologia inovadora, reúne três terapias já conhecidas no setor: radiofrequência, ultracavitação e lipoled. Os protocolos com o aparelho podem utilizar as terapias de forma combinada ou não.

Através da tecnologia, a estética se torna aliada no processo de emagrecimento. Por meio da união de criolipólise e eletrolipólise, o manípulo Eletrofit da plataforma Asgard garante perdas de medidas em áreas de difícil acoplamento, como culote, abdômen superior, peitoral e áreas com fibrose, por exemplo.

Estudos liderados pelo doutor em Ciências Biomédicas, Carlos Ruiz, comprovaram que, através da crioexposição de células de gordura, é possível obter uma perda média de 1.330 calorias por sessão, auxiliando o paciente na busca pelo emagrecimento.

Por se tratar de um procedimento não invasivo, o paciente pode, após iniciar o tratamento com o Asgard Eletrofit, realizar atividades físicas normalmente e pôr em prática outros hábitos saudáveis, a fim de maximizar os resultados.

Cada vez mais o mercado da estética vem se posicionando como um setor que além de auxiliar na busca pelo bem-estar, também pode ser um aliado em questões de saúde. As inovações brasileiras dos últimos anos prometem ajudar pacientes a tratar diferentes tipos de dores e até inflamações.

A radiofrequência, protocolo bastante usado por clínicas de estética, adquiriu, através do avanço tecnológico, a capacidade de realizar procedimentos que atendam demandas fora do setor. Conhecida como radiofrequência simbiótica, a inovação brasileira propõe transformar as mãos do profissional em emissores de ondas eletromagnéticas, possibilitando tratamento de dores, auxílio no processo de desvios posturais e melhora na flexibilidade do paciente.



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