Transforme o corpo no pós-parto. Especialista explica como

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G ordura localizada, flacidez da pele da barriga, estrias, diástase dos retos abdominais (separação dos músculos da barriga), queda e deflação da mama! Enfim, são muitos os problemas que podem surgir após uma gravidez. Na maioria das mulheres, a gestação deixa sequelas permanentes. Muitas convivem bem durante o resto da vida com elas, embora à custa de uma diminuição da autoestim. Muitas vezes, alteram o tipo de roupa, deixam de usar biquíni e abdicam de atividades com a família. Mas em alguns casos existem dificuldades de aceitação da própria imagem corporal. Isto pode levar a dificuldades conjugais e não é infrequente surgir depressão e alterações do humor que têm um impacto muito significativo na vida destas mulheres.
Porém, há também formas de ultrapassar todas estas mudanças. Como? Recorrendo à cirurgia plástica. “Assim que existam alterações que tenham impacto na autoestima deve ser considerada a consulta com o Cirurgião Plástico. As cirurgias só devem ser planeadas após terminar a amamentação e pelo menos seis meses após o parto. Muitas vezes, as mulheres procuram ajuda mais cedo e neste caso podem corrigir-se algumas situações com recurso a uma equipa multidisciplinar (Ginecologista, Medicina Física e Reabilitação, Nutricionistas, Fisioterapeutas e Personal Trainers), otimizar o processo de recuperação e traçar um plano que tranquilize as mulheres, mostrando que existe uma solução possível”, explica-nos o dr. Eduardo Matos, Cirurgião Plástico da Up Clinic.

O que se pode tratar

Na verdade, todas as transformações menos positivas do corpo podem ser tratadas. Existe uma panóplia de diferentes tratamentos que atacam diversas partes do corpo. “As zonas que mais preocupam a mulher são a barriga, o peito e áreas que tenham gordura localizada.

 

Quando existe gordura localizada em zonas com boa pele (sem estrias e sem flacidez) o procedimento de eleição é a lipoaspiração. É esta a cirurgia mais realizada na região dos braços, costas, flancos e coxas. Na região do abdómen a lipoaspiração também é uma solução. No entanto, na maioria dos casos, necessita ser combinada com uma miniabdominoplastia ou uma abdominoplastia (lipoabdominoplastia). Isto deve-se ao facto de em mais de 90 por cento dos casos a barriga ficar com flacidez (excesso de pele) e também com diástase dos retos abdominais. Com a Lipoabdominoplastia podemos remover a gordura em excesso das regiões envolvidas, reconstruir os músculos da parede abdominal e remover o excesso de pele, deixando a barriga esticada”, explica o cirurgião.
Quanto à mama “pode apresentar-se grande e caída (hipertrofia mamária), pequena e atrofiada (hipoplasia mamária) ou simplesmente estar caída (ptose mamária). No caso de mama pequena (hipoplasia mamária) é necessário aumentar o volume e a projeção da mama com utilização de uma prótese de silicone. Quando a mama está caída realiza-se uma Mastopexia (lifting da mama) para recolocá-la no seu lugar. No caso da Mastopexia, em que coexiste pouco volume mamário, utiliza-se uma prótese para dar volume e projeção à mama (Mastopexia de aumento)”, explica o especialista.

 

Conhece o Mommy Makeover?

Quando a paciente tem, por exemplo, um peito pequeno e caído, barriga flácida e alguma gordura nos braços, podem ser realizadas várias cirurgias de uma só vez. “Ao conjunto das cirurgias chamamos um Mommy Makeover e com elas podemos recuperar as diversas situações de uma só vez. Estes casos são um motivo muito frequente de procura de cirurgia plástica. Na maioria deles, é muito gratificante ver estas mulheres conquistarem um novo sorriso após realizarem as suas cirurgias”, admite o dr. Eduardo Matos.

 

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