Transplante capilar: quem são os nomes conhecidos que aderiram ao tratamento – GQ

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Transplante Capilar (Arte: GQ)

Com cada vez mais adeptos, o transplante capilar é um dos novos hypes estéticos do momento. O procedimento, inclusive, é o terceiro mais procurado por homens, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).

Há cerca de um mês, batemos um papo com Malvino Salvador, que movimentou as redes sociais ao divulgar a evolução que tem tido após realização do seu procedimento capilar: “Tudo é muito tranquilo. Voltei pra casa no mesmo dia”, contou o ator à GQ.

Diferença entre implante e transplante capilar

Para começar a botar os pingos nos is, uma dúvida super recorrente (e pertinente) é sobre a diferença entre implante e transplante capular. Caso você se enquadre nesse quesito, o Dr. Thiago Bianco, médico expert em procedimentos capilares (e chegado dos famosos), sana essa questão pra gente: “o termo implante é usado para designar o procedimento com fios sintéticos, o que teoricamente deveria ser proibido, pois ele pode dar rejeição. Já o transplante é feito com os próprios fios do paciente”, explica o especialista.

O médico, que já fez procedimentos em Lucas Lucco, Fernando Prass (ex-goleiro de futebol) e até no rei Roberto Carlos, nos explica como é feito o transplante, que, segundo ele, dura entre oito e dez horas: “É uma redistribuição de fios, não uma multiplicação. O que fazemos é remover os folículos de uma área doadora (laterais e/ou nuca) e transplantar na área de calvície do paciente”, explica de forma resumida. 

E se você joga no time dos calvos (ou está prestes a entrar nele), tomar medicações para evitar a calvíce pode ter passado pela sua mente. Thiago, no entanto, explica o quanto vale a pena: “Tratamentos com finasterida, minoxidil, dutasterida ou com MMP podem ajudar ou retardar o problema em calvíces leves, mas quando o caso é muito acentuado, só o transplante funciona”, explica o expecialista, que corrobora: “O transplante vai corrigir aquilo que o paciente já perdeu, e o tratamento vai prevenir que se percam outras áreas de cabelo”, completa


Confira outras respostas do especialista:

GQ Brasil: Tem algum momento ideal em que a pessoa deve procurar um especialista?

Dr. Thiago Bianco: Se a pessoa tem um histórico familiar de calvície e detecta que está perdendo cabelo, uma quantidade anormal de fios, afinamento de fios, aparecimento de entradas ou aparecimento de rarefação na coroa é o momento certo de buscar o especialista.

GQ Brasil: Quem pode fazer o procedimento? Há alguma restrição?

Dr. Thiago Bianco: Todos os pacientes que são elegíveis a qualquer tipo de cirurgia. Então, as pessoas que têm condições de saúde de fazer podem fazer transplante capilar. As restrições se dão em relação às alopecias autoimunes, que já são diferentes da calvície.

GQ Brasil: O que é essa condição autoimune então?

Dr. Thiago Bianco: É quando o próprio organismo fica confuso e começa a achar que os “fios” (na verdade folículos) são agentes agressores. A partir daí, o sistema imunológico ataca e destrói o tecido corporal sadio por engano, caindo cabelos em algumas regiões. Com o tratamento, injeções de corticoides, por exemplo, a área é restabelecida.

A causa exata da alopecia areata ainda é desconhecida, mas sabe-se que é uma deficiência autoimune, de fundo emocional. O tratamento [com remédios] ajuda, mas essa deficiência não tem cura, visto que a alopecia pode voltar em qualquer momento da sua vida, por ser o motivo emocional o seu maior causador.

GQ Brasil: Quais são os riscos de realizar o transplante capilar?

Dr. Thiago Bianco: Os riscos são inerentes a qualquer procedimento cirúrgico feito com anestesia local. Quando o paciente é hígido, tem todos os exames normais, liberados para cirurgia, o risco do paciente de ter um evento grave passa a ser 0,05% durante a cirurgia. É o mesmo de um dentista.

GQ Brasil: Quais são os cuidados necessários pós-procedimento?

Dr. Thiago Bianco:  Evitar exposição solar, por mais ou menos, 30 dias. Ter uma boa higiene também é fundamental. Atividade físicas são liberadas a partir de seis dias pós-operação. Para atividades que existam contato, como futebol, lutas, etc, são 30 de descanso.

GQ Brasil: E tempos depois, o paciente pode ter de realizar um novo transplante? É eterno o resultado? Retoques são necessários?

Dr. Thiago Bianco: Retoques muito raramente são necessários. Se o paciente colaborar com o pós-operatório também ajuda. O que o paciente pode precisar é um transplante para novas áreas em que a calvície vier a evoluir. Por isso, frisamos que o tratamento é importante. Os fios transplantados não caem nunca mais, são permanentes, desde que retirados da área correta.


Veja quem já fez transplante capilar

Bruno Gagliasso

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Foto: Reprodução

Diego Hypólito

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Léo Santana

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Lucas Lucco

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(Foto: Divulgação Thiago Bianco)

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Marcos Pasquim

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Malvino Salvador

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Paulo Vilhena

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Roberto Carlos

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Sérgio Guizé

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