Veterinária salva cadela que engoliu agulha de 4 cm em SP: ‘Milagre’ | Santos e Região

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    Uma cadela de quase 2 anos precisou passar por um procedimento de urgência após engolir uma agulha com cerca de quatro centímetros em Cubatão (SP). Imagens de raio-X feitas por uma clínica veterinária da cidade mostram o objeto no estômago da cachorrinha. “Foi uma milagre”, descreve a dona do animal, Gildette Barbosa Bonfim, de 74 anos, em entrevista ao G1 nesta terça-feira (10).

    Pantera, uma cachorra sem raça definida, está na família de Gildette há quase dois anos. Ela conta que, na tarde do último sábado (7), foi costurar um botão, quando o telefone começou a tocar. A dona da cadelinha foi atender e não percebeu o momento em que o objeto caiu no chão.

    “[A Pantera] pegou e saiu mastigando a linha, eu correndo atrás dela. Uma hora sumiu tudo. Minha filha estava aqui comigo, enfiei o dedo na boca da cachorrinha para ver se tirava, minha filha tentou, e eu gritava, ficamos desesperados”, relembra Gildette.

    Preocupada, ela chamou o filho para ajudar, que chegou rapidamente e as levou até uma clínica veterinária que funciona 24 horas no bairro Jardim Casqueiro, mesmo lugar onde a idosa mora. Chegando, Pantera foi prontamente atendida e o raio-X mostrou que o objeto estava no estômago da cadelinha.

    Exame de raio-X mostra agulha no estômago da cadelinha — Foto: Reprodução/Redes Sociais

    Ela passou por uma endoscopia, procedimento não invasivo para a retirada do objeto. Por se tratar de uma urgência, os veterinários precisaram correr para retirar imediatamente. “Se não fosse tão rápido, poderia ter sido pior, o negócio foi feio. Fizeram o que podiam e o que não podiam”, comenta a idosa. A cadelinha foi anestesiada e passou pela endoscopia, retirando a agulha com a linha poucas horas depois.

    “Vou guardar a agulha, porque foi um milagre. Se não fosse tão rápido, eu teria perdido a Pantera”, diz Gildette, que deixou o objeto guardado como um lembrete de tudo que ocorreu.

    Cadela passou por procedimento em clínica veterinária em Cubatão (SP) — Foto: Reprodução/Redes Sociais

    A veterinária Tatiana Ariki, que atua na clínica veterinária do Jardim Casqueiro, explica que, desde a chegada do animal até a retirada do objeto, o procedimento durou três horas. A rapidez ajudou no resultado positivo, como explica a profissional. “É perigoso ter perfuração, cortes, é algo que tem que agir com rapidez”, ressalta a veterinária.

    Ela explica que, no caso de Pantera, a endoscopia foi suficiente, um procedimento não invasivo em que a cadela consegue uma recuperação mais rápida. O animal recebeu uma anestesia geral, e o objeto foi retirado antes de complicações.

    Apesar do sucesso neste caso, Tatiana salienta que, quando há um corpo estranho no animal, ainda mais em casos como a agulha, que pode causar perfuração, precisa de muita delicadeza e rapidez. “Tudo é grave quando há um corpo estranho, tudo pode gerar uma complicação, independente do lugar em que o objeto está preso”, comenta a veterinária.

    Ela ainda explica que, nestes casos, o dono precisa evitar colocar a mão na boca do animal ou retirar por conta própria, porque isso pode causar uma perfuração, dependendo do objeto, e agravar a situação. “Precisa levar correndo para o veterinário, porque avaliam com o animal sedado, evitando riscos”, finaliza Tatiana.

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